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Viajante prevenido…

25 Junho, 2009 0

A saúde na bagagem

Quer se viaje dentro do país, quer se procure o descanso além-fronteiras, as férias devem ser, sempre, sinónimo de saúde. Por isso, é indispensável incluir na bagagem um “kit” de farmácia, com produtos básicos que permitirão responder rapidamente a uma daquelas pequenas emergências estivais ou enfrentar em segurança algumas das ameaças à saúde que espreitam, por exemplo, nos países tropicais.

Assim, deve ser equacionada uma multiplicidade de problemas, desde a propensão para o enjoo às vulnerabilidades dos doentes cardíacos em viagens aéreas, até à diarreia associada aos destinos mais exóticos e, quase sempre, menos desenvolvidos. Devem ainda ser tidas em conta as especificidades das crianças e dos idosos, bem como dos que sofrem de doenças crónicas (hipertensão, diabetes, patologias do foro cardíaco, por exemplo).

O ideal é reunir numa maleta “produtos” que cubram esta variedade

de situações, devendo viajar-se com medicamentos destinados a reparar o mal-estar ocasional (como dores de cabeça), mas também com os de toma habitual. Estes últimos devem ser em quantidade ligeiramente superior ao número de dias de férias, para salvaguardar eventuais extravios ou deteriorações.

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E se forem de prescrição médica obrigatória devem ser acompanhados de uma receita, com a denominação comum internacional, pois pode haver necessidade de adquiri-los no país de destino.

O ideal é deixar a doença à porta das férias, mas não custa viajar prevenido. Por isso, aqui ficam algumas sugestões para compor o seu “kit” de farmácia:

• Medicamentos de toma habitual;

• Um anti-diarreico e um laxante;

• Medicamentos para as náuseas e vómitos;

• Um antipirético e um analgésico;

• Protector solar;

• Um creme calmante contra as irritações e queimaduras solares;

• Repelente de insectos e uma loção calmante ou pomada com anti-histamínico para alívio das picadas;

• Acessórios associados à pequena sinistralidade (sobretudo se os miúdos também viajarem) – gaze, água oxigenada, tintura de iodo, pensos, ligaduras e uma tesoura;

• Um termómetro.

Um “kit” de farmácia pode revelar-se um companheiro de férias indispensável. Aconselhe-se com o seu farmacêutico antes de viajar.

 

Sexo sempre seguro

Uma das tentações de férias pode aparecer sob a forma de atracção física. Se isso acontecer, é fundamental jogar pelo seguro, mantendo longe as doenças sexualmente transmissíveis. A sida é a principal delas, mas não está só: contactos sexuais ocasionais, com múltiplos parceiros e sem protecção podem favorecer a transmissão da hepatite B e C, da sífilis, da clamídia e da gonorreia, bem como do herpes genital.

Para prevenir, o método mais seguro é o preservativo, a usar sempre nas relações sexuais. E, como tal, a incluir na bagagem.

 

Contra os insectos

Os insectos são um dos principais veículos de doenças nos destinos tropicais, pelo que é fundamental mantê-los o mais à distância possível. O que passa pela prevenção antes de viajar, nomeadamente fazendo profilaxia da malária (através da toma de comprimidos) ou da febre amarela (vacinando-se), mas também pela prevenção durante as férias.

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