Viajante prevenido…
• Acessórios associados à pequena sinistralidade (sobretudo se os miúdos também viajarem) – gaze, água oxigenada, tintura de iodo, pensos, ligaduras e uma tesoura;
• Um termómetro.
Um “kit” de farmácia pode revelar-se um companheiro de férias indispensável. Aconselhe-se com o seu farmacêutico antes de viajar.
Sexo sempre seguro
Uma das tentações de férias pode aparecer sob a forma de atracção física. Se isso acontecer, é fundamental jogar pelo seguro, mantendo longe as doenças sexualmente transmissíveis. A sida é a principal delas, mas não está só: contactos sexuais ocasionais, com múltiplos parceiros e sem protecção podem favorecer a transmissão da hepatite B e C, da sífilis, da clamídia e da gonorreia, bem como do herpes genital.
Para prevenir, o método mais seguro é o preservativo, a usar sempre nas relações sexuais. E, como tal, a incluir na bagagem.
Contra os insectos
Os insectos são um dos principais veículos de doenças nos destinos tropicais, pelo que é fundamental mantê-los o mais à distância possível. O que passa pela prevenção antes de viajar, nomeadamente fazendo profilaxia da malária (através da toma de comprimidos) ou da febre amarela (vacinando-se), mas também pela prevenção durante as férias.
Há algumas regras úteis: evitar os locais infestados, vestir roupas protectoras (que cubram braços e pernas, com tons neutros e não muito largas), manter portas e janelas fechadas, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer (alturas do dia em que os mosquitos estão mais activos), e colocar um mosquiteiro sobre a cama.
Prevenir é também sinónimo de repelente. Mas é preciso usá-lo em segurança, desde logo fazendo uma escolha correcta – para tal procure na embalagem o símbolo que indica que foi autorizado pela Direcção-Geral de Saúde. No momento de aplicar, há que respeitar algumas regras, por exemplo, não aplicando sobre pele irritada, evitando o contacto com olhos e boca e lavando as mãos após cada aplicação. Nas crianças, devem ser os adultos a aplicar o repelente, não obstante existirem embalagens do tipo roll-on. É que há sempre o perigo de contacto directo das mãos e, delas, com a boca ou os olhos.
As viagens para os chamados destinos exóticos são apelativas em qualquer altura do ano. São até cada vez mais frequentes nos meses em que, por cá, as temperaturas descem, fazendo apetecer uns dias de calor e praia. Mas a verdade é que a maioria dos portugueses, sobretudo os que têm filhos em idade escolar, reserva as férias para o Verão: e nesta altura países como os das Caraíbas, o Brasil e Cabo Verde continuam a ser mais procurados, talvez não tanto pelo sol, mas pelo que de exótico e diferente têm para oferecer.
E nesses destinos espreitam alguns riscos associados às diferenças de clima e, sobretudo, às deficientes condições higieno-sanitárias, propícias ao desenvolvimento de diversas doenças, algumas delas potencialmente fatais. A mais comum é mesmo conhecida como diarreia do viajante, de tal modo prolifera entre os turistas.
Perante as ameaças para a saúde, o melhor é prevenir. É preciso estar preparado para enfrentar, mas sobretudo evitar, acidentes em países que não conhecemos, com um meio

