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Viajante prevenido…

25 Junho, 2009 0

Os alimentos devem ser cozinhados a mais de 60ºC e nunca ficar à temperatura ambiente por mais de quatro horas. O ideal é mantê-los no frio abaixo dos 10ºC. O leite deve ser fervido e bebido logo após a fervura, assim que atinja uma temperatura adequada. Peixe e marisco, por mais apetecíveis, devem ser consumidos apenas bem cozinhados.

E, por mais atractivos que sejam os petiscos vendidos na rua, o melhor é resistir-lhes, pois as condições em que são mantidos são muito precárias – basta pensar que podem estar ao sol por horas e horas…

Ter atenção ao que se come e bebe é fundamental para prevenir problemas que podem estragar as férias. A este cuidado há que juntar uma higiene rigorosa, lavando as mãos sempre antes e depois de manusear alimentos e, claro, depois de uma ida à casa-de-banho.

De uma forma geral, os principais destinos não europeus eleitos para as férias estão associados a algumas ameaças para a saúde. Mas o grau de risco depende do país e da maior ou menor vulnerabilidade do viajante. Mas é sempre melhor não facilitar e jogar pelo seguro: para ir e voltar com saúde.

 

A saúde na bagagem

Quer se viaje dentro do país, quer se procure o descanso além-fronteiras, as férias devem ser, sempre, sinónimo de saúde. Por isso, é indispensável incluir na bagagem um “kit” de farmácia, com produtos básicos que permitirão responder rapidamente a uma daquelas pequenas emergências estivais ou enfrentar em segurança algumas das ameaças à saúde que espreitam, por exemplo, nos países tropicais.

Assim, deve ser equacionada uma multiplicidade de problemas, desde a propensão para o enjoo às vulnerabilidades dos doentes cardíacos em viagens aéreas, até à diarreia associada aos destinos mais exóticos e, quase sempre, menos desenvolvidos. Devem ainda ser tidas em conta as especificidades das crianças e dos idosos, bem como dos que sofrem de doenças crónicas (hipertensão, diabetes, patologias do foro cardíaco, por exemplo).

O ideal é reunir numa maleta “produtos” que cubram esta variedade

de situações, devendo viajar-se com medicamentos destinados a reparar o mal-estar ocasional (como dores de cabeça), mas também com os de toma habitual. Estes últimos devem ser em quantidade ligeiramente superior ao número de dias de férias, para salvaguardar eventuais extravios ou deteriorações.

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E se forem de prescrição médica obrigatória devem ser acompanhados de uma receita, com a denominação comum internacional, pois pode haver necessidade de adquiri-los no país de destino.

O ideal é deixar a doença à porta das férias, mas não custa viajar prevenido. Por isso, aqui ficam algumas sugestões para compor o seu “kit” de farmácia:

• Medicamentos de toma habitual;

• Um anti-diarreico e um laxante;

• Medicamentos para as náuseas e vómitos;

• Um antipirético e um analgésico;

• Protector solar;

• Um creme calmante contra as irritações e queimaduras solares;

• Repelente de insectos e uma loção calmante ou pomada com anti-histamínico para alívio das picadas;

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