Consulta de Saúde do Viajante
Quanto às picadas dos insectos (que às vezes estragam as férias) há que saber como as evitar e de que forma agir quando se é picado. Por isso, a escolha do melhor tratamento deve ser feita com auxílio do seu farmacêutico. Por exemplo, no caso da picada de uma abelha, que deixou na pele o ferrão, a primeira medida consiste na sua remoção com auxílio de uma pinça ou raspando suavemente a superfície cutânea até o fazer sair, tendo o cuidado de não apertar o saco de veneno de forma a não agravar a situação.
O farmacêutico pode ensina-lo a proteger-se das picadas dos insectos, recomendar-lhe os repelentes mais indicados para cada situação, prestar-lhe informações sobre a sua aplicação e cuidados adicionais, para além de o aconselhar sobre a melhor forma de aliviar os sintomas associados às picadas.
Há também à sua disposição na farmácia folhetos informativos iSaúde que abordam temas do maior interesse para estas situações, como é o caso de “Destinos internacionais, viajar com saúde” e “Armário de farmácia, prepare o Verão”. São gratuitos e permitem reforçar o aconselhamento do farmacêutico.
Finalmente, com a ajuda do seu farmacêutico poderá conhecer as unidades de saúde com consultas do viajante que estejam mais próximas do seu local de domicílio.
E onde se realizam as consultas de saúde do viajante
São realizadas em vários hospitais e serviços de saúde pública, espalhados pelo país. Pode consultar a lista dos locais, disponível em: www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/saude+em+viagem/consulta+de+saude+do+viajante.htm
Outras fontes de informação:
» pesquisa com a palavra-chave “viagens”
» pesquisa com a palavra-chave “viajante”
» www.ihmt.unl.pt – consulta do viajante
Estamos a falar principalmente de viagens para fora da Europa, onde pode haver riscos de saúde a ponderar, riscos que podem ser minimizados se o viajante agir de forma informada e souber tomar as devidas precauções, antes, durante e após a viagem. Para tal existem consultas de aconselhamento ao viajante, que devem ser encaradas como um assunto fundamental na preparação da viagem.
Na verdade, não é matéria de somenos importância: dependendo do destino, há o risco de contrair algumas doenças infecciosas (caso da malária, poliomielite, sarampo); além disso, existem doenças transmitidas pelo consumo de águas e alimentos contaminados, em que uma das mais conhecidas se dá pelo nome de diarreia do viajante. Para se proteger destes e de outros riscos associados, pode ser necessária a administração de vacinas, obrigatórias quando se viaja para certos destinos.
É importante saber como se deve proteger das picadas de alguns insectos que são vectores de doenças, quais os medicamentos que deve levar consigo e os cuidados a ter com o seu transporte, os protectores solares mais adequados, as medidas de higiene individual, e nunca esquecer que no que diz respeito à saúde sexual, esta depende exclusivamente de si. Em menor grau, o viajante pode ser confrontado com alterações no seu organismo devidas a mudanças de altitude, à humidade e à distinta flora bacteriana no local para onde viaja, que podem desencadear um estado de doença. Como vê, é mesmo um assunto sério.

