Dê férias à sua pele!
Na maior parte das vezes estas manchas são inofensivas: há que estar atento a eventuais alterações na cor e no tamanho, mas, se não acontecerem, o único incómodo é estético.
As que marcam o rosto são, pelas razões óbvias, as mais indesejadas e a boa notícia é que é possível fazê-las desaparecer ou, pelo menos, atenuá-las.
É esse o efeito de produtos despigmentantes, disponíveis na sua farmácia: actuam sobre a melanina, reduzindo a sua produção e eliminando o excesso. O resultado é uma pele progressivamente mais clara e uniforme. Apesar de eficazes, estes produtos não operam milagres: há que ser persistente. E enquanto se espera pode ser usada maquilhagem para disfarçar as manchas.
Não é de um dia para o outro que se recupera a pele dos estragos causados no Verão. O ideal seria prevenir sempre, primeiro poupando a pele, depois protegendo-a e, finalmente, regenerando-a. Todos os dias.
O que em tempo de sol é sinónimo de uso de protector solar e de aplicação de um produto hidratante e calmante pós-sol. Um gesto que, em Setembro, continua a fazer todo o sentido: ainda há muito sol a brilhar e a queimar…
Cabelos como novos
Os cabelos também regressam de férias secos e opacos, muitas vezes espigados. Tal como a pele sofrem a acção do sol, da água do mar, da areia, do cloro da piscina e do vento. Além da fricção causada pelo uso de elásticos, fitas, ganchos e demais acessórios em que são contidos.
Precisam, pois, de cuidados próprios: o primeiro é lavá-los com um champô anti-resíduos, aplicando uma máscara hidratante, de modo a regenerá-los. Os pintados devem merecer um tratamento adicional, à base de queratina, para manterem uma tonalidade uniforme e recuperarem o brilho. E se as pontas estiverem muito danificadas, o melhor é um pequeno corte.
Assim até se regressa ao activo com um novo visual…
Setembro marca a transição entre o Verão e o Outono. Para uns ainda é tempo de férias, para outros é tempo de regresso ao trabalho (e às aulas). Pelo meio aproveitam-se ainda muitos dias de sol. São as vantagens de viver neste lado do mundo, em que o bom tempo se prolonga por largos meses.
Contudo, este sol que proporciona tanto prazer também tem um lado sombrio, de que a pele é o órgão que mais se ressente. Os raios que aquecem e bronzeiam também queimam, deixando marcas. As mais visíveis são as das queimaduras solares, os famosos escaldões que fazem a pele descamar e deixam manchas no mínimo pouco estéticas. Ao sol junta-se a areia, o sal da água do mar, o cloro e demais desinfectantes das piscinas e, todos juntos, estes factores contribuem para que a pele fique ressequida e desidratada, sem brilho e sem elasticidade.
É um prenúncio do envelhecimento precoce, o preço que a maioria paga pela exposição intensiva e, quantas vezes, desprotegida ao sol.
Naturalmente que é possível aproveitar os prazeres do verão sem que a pele sofra, para isso bastando usar correctamente o protector solar (adequado ao tipo de pele e eficaz contra a radiação ultravioleta A e B) e moderar a exposição solar, fugindo do pico do calor.

