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Dê férias à sua pele!

2 Outubro, 2009 0

Todavia, mesmo sem ser no Verão, a pele é sujeita a acção de elementos externos, a começar pela fricção do vestuário e passando pelos elementos do clima e pela poluição, que a deixam mais fragilizada. E em tempo de férias sofre a acção do calor, que acelera a libertação de fluidos e a deixa com sede. Daí a secura e a irritação, daí a falta de brilho e a perda de elasticidade.

O que há a fazer para compensar estes estragos é hidratar, hidratar, hidratar… Com produtos emolientes, também diferentes para corpo e rosto, que se aplicam generosamente pelo menos uma vez por dia. De preferência após o banho, para que a pele, ainda húmida, absorva bem o “alimento”.

O sol é ainda o responsável pelas chamadas manchas de hiperpigmentação. A cor da pele é conferida pela melanina, a substância produzida por um tipo específico de células – os melanócitos. Quanto mais melanina, mais escura a pele é e mais protegida está do sol e, pelo contrário, quanto menos pigmento existir mais clara a pele e mais frágil perante a acção dos raios solares.

 

Esfoliante, modo de uso

O esfoliante é semelhante a uma suave lixa, que remove as células mortas à superfície da pele:

• Aplica-se sobre a pele húmida, em suaves movimentos circulares e ascendentes;

• Joelhos, cotovelos e calcanhares, zonas de pele normalmente mais seca e mais sujeita a atrito, devem merecer uma atenção particular, com mais insistência;

• Manchas, sinais ou varizes devem ser evitados, pois há o risco de sangrarem;

• N o rosto deve ser usado um produto específico, menos abrasivo, pois trata-se de uma pele mais sensível;

• Retira-se com água abundante e o corpo seca-se com uma toalha de algodão, em toques leves;

• A esfoliação é desaconselhada imediatamente após uma exposição ao sol ou depilação;

• Uma vez por mês é a periodicidade ideal, pois é este o período natural de renovação celular.

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Adeus às manchas!

O sol influencia a tonalidade natural de cada um, na medida em que ao incidir sobre a pele faz com que as células produzam mais melanina – é assim que acontece o bronzeamento.

Todavia, há um limite e, quando a exposição solar é excessiva e desprotegida, já não há melanina que defenda a pele e ela sofre queimaduras. Fica mais vulnerável e nela podem surgir manchas de hiperpigmentação – são sinais de envelhecimento precoce, geralmente bem definidos, com um formato oval e achatado e uma cor que oscila entre o castanho, o cinzento e o preto.

Manifestam-se sobretudo na face, nas mãos, nos ombros e nos braços pois são as zonas do corpo mais expostas ao sol.

Tendem a aparecer mais nas peles claras, precisamente porque têm menos defesas contra a radiação, e são mais comuns após os 40 anos, altura em que o próprio organismo começa a apresentar sinais do envelhecimento natural.

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