Saúde infantil: Quando o coração precisa de ajuda
Quando questionada se queria deixar alguma informação que considerasse importante sobre a vivência do Emanuel, Marina não hesita. “Gostaríamos de transmitir que nunca nos deixámos abater e que sempre tivemos a ideia de que deveria partir de nós (o núcleo familiar) a ausência de diferenciação em relação ao Emanuel. Isto é, sempre foi nossa convicção que ele não deveria ser tratado de forma diferente (até porque a sua condição não o faz, efectivamente, diferente)”, de modo a que, “nem ele, nem os outros, o vissem dessa forma. Assim, nunca deixámos de o fazer cumprir as suas tarefas ou de brincar normalmente, tal como fazemos com o irmão.” Um conselho a elogiar e a repetir a todos os pais que vivessem a mesma experiência.
Jornal do Centro de Saúde
www.jornaldocentrodesaude.pt

