Rotavírus: Um vírus na rota das crianças
Tudo aquilo em que as mãos tocam é um potencial foco de contaminação. E, se não forem lavadas, as mãos vão tocar noutros objectos e corpos, prolongando a cadeia de contágio. Há, naturalmente, momentos em que este gesto é mais importante do que outros – antes de manipular alimentos, depois de usar a casa-de-banho e de mudar a fralda aos bebés. Assim acontece porque a principal via de contágio do rotavírus é a fecal-oral, tendo como veículo as mãos.
Assim sendo, há que ensinar às crianças a importância de lavar as mãos. Não basta passá-las por água, há que usar sabonete e esfregar. Um cuidado que os mais pequenos nem sempre têm – atentando numa toalha usada por eles saltam as manchas de sujidade que ficam na zona central do turco.
Para mãos bem lavadas, o ideal é usar água morna e corrente, esfregando com sabonete durante 10 a 15 segundos, insistindo no espaço entre os dedos e debaixo das unhas, sem esquecer os pulsos. Depois convém enxaguar muito bem até desaparecer todo o sabonete e secá-las. Nos espaços públicos – escolas, por exemplo, devem ser usadas apenas toalhas descartáveis. São cuidados a ter em nome da saúde.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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