Nas crianças, usar sem abusar
O que explica que algumas doenças sejam mais comuns nos primeiros anos e que depois diminua a probabilidade de acontecerem. Assim se explica também que a altura imediatamente a seguir à entrada da criança na creche ou infantário seja aquela em que ocorrem mais episódios de doença, após o que organismo se vai familiarizando com o ambiente e ganhando resistências.
Assim, perante uma das “famosas” viroses infantis, o que há a fazer é colocar a criança em repouso e actuar sobre a febre e outros sintomas como a tosse e dor de garganta.
Alguns dias são, normalmente, suficientes para a criança voltar a sentir-se bem.
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Para um uso correcto
Em nome da saúde da criança, mas também da saúde pública, importa usar os antibióticos de forma correcta. Assim:
– Não pressione o médico para receitar antibióticos;
– Não peça ao farmacêutico para os dispensar sem receita médica;
– Respeite as doses e os intervalos entre tomas indicados pelo médico;
– Faça o tratamento até ao fim, durante o período indicado pelo médico;
– Não interrompa o tratamento se a criança se sentir melhor;
– Não dê à criança sobras de antibiótico usado noutra situação nem antibiótico receitado a outra pessoa, mesmo que a doença lhe pareça a mesma.
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