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Portugal sobe um lugar no ranking europeu das políticas de controlo do tabagismo

31 Maio, 2007 0

Portugal encontra-se na 19ª posição no ranking que avalia a eficácia das políticas de controlo do tabagismo em 30 países da Europa, conforme publicado na última edição da revista “Tobacco Control”, do grupo British Medical Journal. Este ranking foi resultado de um estudo elaborado por Luk Joosen e Martin Raw a pedido da European Network on Smoking Prevention (ENSP) e financiado pela Comissão Europeia com o objectivo de quantificar a implementação das políticas anti-tabaco em 2005.

Para esta análise, os autores consideraram seis medidas que, segundo o Banco Mundial, são efectivas no controlo do tabagismo: o preço, a proibição de fumar em locais públicos, as campanhas de informação, a proibição da publicidade ao tabaco, a etiquetagem dos maços de tabaco com mensagens sobre os riscos do tabaco e o tratamento dos fumadores.

Com classificações positivas ao nível da proibição da publicidade ao tabaco, da etiquetagem dos maços e do preço, Portugal conseguiu subir um lugar por comparação com a avaliação anterior (20ª posição), o que vem mostrar que as medidas que têm sido tomadas a este nível estão a produzir efeitos.

Segundo Luís Lopes, um dos responsáveis do ENSP em Portugal, “o nosso país conseguirá melhorar a sua posição se associar à aprovação da nova lei uma nova orientação estratégica para a Prevenção e Controlo do Tabagismo que reforce o financiamento da investigação e de programas compreensivos de educação, alargue o número e torne mais acessíveis as consultas de cessação tabágica e alargue os espaços públicos e de trabalho sem tabaco”.

Para colmatar a diferença em relação aos países que ocupam os lugares cimeiros do ranking – Irlanda, Reino Unido, Noruega e Islândia -, Portugal terá, por seu turno, de melhorar consideravelmente a classificação no que respeita ao tratamento dos fumadores e às campanhas de informação, sendo aqui de realçar a importância de projectos como a campanha “Help: Por uma vida sem tabaco”, promovida pela Comissão Europeia nos 25 Estados-membros da UE.

No ranking elaborado por Luk Joosen e Martin Raw, os 30 países foram classificados de acordo com o resultado total obtido pela soma das seis variáveis, num máximo de 100 pontos. Portugal obteve 39 pontos, logo abaixo da Dinamarca, com 45 pontos, e acima da Grécia, com 38, da Alemanha, com 36, ou de Espanha, com 31 pontos.

Para esta análise, os autores consideraram seis medidas que, segundo o Banco Mundial, são efectivas no controlo do tabagismo: o preço, a proibição de fumar em locais públicos, as campanhas de informação, a proibição da publicidade ao tabaco, a etiquetagem dos maços de tabaco com mensagens sobre os riscos do tabaco e o tratamento dos fumadores.

Com classificações positivas ao nível da proibição da publicidade ao tabaco, da etiquetagem dos maços e do preço, Portugal conseguiu subir um lugar por comparação com a avaliação anterior (20ª posição), o que vem mostrar que as medidas que têm sido tomadas a este nível estão a produzir efeitos.

Segundo Luís Lopes, um dos responsáveis do ENSP em Portugal, “o nosso país conseguirá melhorar a sua posição se associar à aprovação da nova lei uma nova orientação estratégica para a Prevenção e Controlo do Tabagismo que reforce o financiamento da investigação e de programas compreensivos de educação, alargue o número e torne mais acessíveis as consultas de cessação tabágica e alargue os espaços públicos e de trabalho sem tabaco”.

Para colmatar a diferença em relação aos países que ocupam os lugares cimeiros do ranking – Irlanda, Reino Unido, Noruega e Islândia -, Portugal terá, por seu turno, de melhorar consideravelmente a classificação no que respeita ao tratamento dos fumadores e às campanhas de informação, sendo aqui de realçar a importância de projectos como a campanha “Help: Por uma vida sem tabaco”, promovida pela Comissão Europeia nos 25 Estados-membros da UE.

No ranking elaborado por Luk Joosen e Martin Raw, os 30 países foram classificados de acordo com o resultado total obtido pela soma das seis variáveis, num máximo de 100 pontos. Portugal obteve 39 pontos, logo abaixo da Dinamarca, com 45 pontos, e acima da Grécia, com 38, da Alemanha, com 36, ou de Espanha, com 31 pontos.

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