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Insectos: Eles picam, picam, picam…

14 Julho, 2014 0

Uma picada incomoda quase sempre, independentemente da gravidade, pelo que, para aliviar a inflamação, a comichão e a dor, pode ser necessário recorrer a medicamentos. Existem loções com propriedades calmantes e antipruriginosas (que diminuem a comichão) e em algumas situações podem ser consideradas pomadas com, por exemplo, anti-histamínicos (antialérgicos) e analgésicos: peça conselho ao seu farmacêutico sobre a melhor alternativa para o seu caso.

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Evitar a picada

O ideal é prevenir as picadas. Assim, sempre que possível, há que evitar sair ao amanhecer e ao entardecer, pois são as alturas do dia que a maioria dos insectos prefere, em busca do fresco que as horas de maior calor lhes negam. Mas alguns também têm actividade durante o dia, e por isso é importante nunca esquecer as medidas preventivas.

Além disso, os insectos são atraídos por cores vivas, pelo que também ajuda a mantê-los à distância optar por roupas com tons mais neutros, sempre que possível cobrindo os braços e pernas, mas não demasiado largas para que os insectos não consigam “entrar” e atingir a pele coberta.

Também alguns odores podem atrair os insectos: cosméticos e perfumes com cheiros muito activos funcionam como um convite a uma picada. Os alimentos e as bebidas têm igualmente um efeito poderoso sobre estes pequenos voadores, sendo conveniente mantê-los tapados.

Neste “manual de instruções” não deve faltar o repelente: são geralmente substâncias químicas que evitam a aproximação dos insectos, oferecendo protecção por algumas horas.

Não os matam, mas mantêm a pele a salvo…

 

Repelente, modo de usar

Os repelentes sintéticos são produtos químicos, que requerem autorização da Direcção-Geral de Saúde para serem comercializados.

Em nome da segurança, há que respeitar as recomendações de aplicação: na pele ou na roupa, consoante o tipo de repelente, nunca sobre pele irritada, evitando o contacto com olhos e boca e lavando bem as mãos após cada aplicação.

Existem repelentes adequados para as crianças, mas devem ser os adultos a aplicar o repelente, não obstante existirem embalagens do tipo roll-on. É que há sempre o perigo de contacto directo das mãos e, delas, com a boca ou os olhos.

O Verão, sobretudo nas zonas ribeirinhas e nas de vegetação mais abundante, abre a porta à proliferação de insectos, companhia nem sempre bem recebida quando se desfruta de uma esplanada, de um piquenique ou até de uma sesta à sombra frondosa de uma árvore.

O simples zumbido pode incomodar, mas o maior incómodo costuma acontecer quando não se limitam a rondar, mas tomam a pele como alvo e… picam.

E fazem-no por razões diferentes: uns, como os mosquitos, para se alimentarem, pois precisam do sangue que sugam na picada; outros, como as abelhas, para se defenderem, pois sentem o seu território ameaçado.

Quando picam, libertam substâncias que provocam uma reacção inflamatória acompanhada de inchaço, vermelhidão, comichão e dor. Coçar é a tentação imediata para obter alívio, mas a verdade é que a pele acaba por ficar irritada. A vermelhidão é o primeiro sinal, podendo formar-se uma pápula – trata-se de uma mancha geralmente avermelhada e elevada em redor da picada.

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