Fígado sofre!
Mais vale prevenir
São sintomas que devem motivar uma ida ao médico, tanto mais que são comuns às diferentes doenças do fígado. Só exames clínicos permitem depois identificar qual o problema concreto.
O tratamento depende naturalmente da causa, sendo que muitas das doenças do fígado não têm cura. Se não controladas a tempo, podem desembocar em insuficiência hepática, uma condição potencialmente fatal. Hemorragias, infecções e desnutrição são outras consequências possíveis da insuficiência hepática, bem como um risco aumentado de cancro.
É um risco demasiado elevado tendo em conta que a prevenção existe.
As hepatites previnem-se: as A (através da vacinação) e E através da prática de medidas de higiene sanitária (na deslocação a países onde as condições de saneamento são pobres, não bebendo água corrente, cozinhando bem os alimentos, evitando os alimentos crus, lavando bem as mãos antes de manusear alimentos e depois de ir à casa–de-banho); as restantes minimizando a exposição a fluidos corporais (usando preservativo nas relações sexuais, não partilhando objectos cortantes e de uso pessoal).
Sabendo-se que o álcool constitui uma ameaça séria à saúde do fígado, a prevenção passa por moderar o seu consumo. A mesma moderação deve existir no consumo de gorduras alimentares, isto é, fazer uma alimentação saudável com repercussões positivas na prevenção da doença cardiovascular e diabetes.
Um estilo de vida saudável é meio caminho andado para a prevenção da doença. No que respeita ao fígado, também.

