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Tenha uma vida saudável – Dormir bem é fundamental!

14 Maio, 2014 0

Dormir é essencial para o bom funcionamento de todas as nossas funções físicas e psicológicas. E quando as horas que dormimos não são suficientes ou a qualidade do nosso sono é má, sabemos bem como é difícil estar bem e desperto no dia seguinte.

Muitas vezes surge-nos a questão ”Quantas horas por dia devo dormir?”.

Em função da idade, podem ser definidos valores médios de sono. Por exemplo, para os adultos, os especialistas recomendam que se durma entre sete a nove horas por noite. Mas nem todas as pessoas precisam exactamente do mesmo tempo de repouso para recuperar energias, há quem consiga estar física e mentalmente descansado com menos horas de sono.

Tal como a quantidade de horas dormidas, também a qualidade dessas horas é extremamente importante. Um sono agitado, que não seja tranquilo e seguido, não vai ser um sono reparador.

A privação de sono pode trazer consequências para o nosso organismo. São disso exemplo o cansaço, o stress, as falhas de memória, a dificuldade em manter a concentração ou a redução da produtividade.

Pode mesmo favorecer a tendência para a ansiedade e depressão. Tente organizar a sua rotina para dormir o número de horas necessário por noite, tenha uma alimentação variada e regrada, pratique exercício físico. Isto vai ajudá-lo a ter um sono mais descansado, e a sua saúde agradece!

DISTÚRBIOS DO SONO

Nem sempre temos um sono reparador. Podem surgir alterações ao sono, desde uma noite mal dormida, até ao problema repetitivo de passar noites em claro, ou o sono ser tão leve que, quando nos levantamos de manhã, temos a sensação de não ter dormido nem descansado nada.

A insónia é o transtorno do sono mais comum. Caracteriza-se pela dificuldade em iniciar ou manter o sono (acordar várias vezes ao longo da noite), e pela sensação de, ao acordar, estar cansado e não ter tido um sono reparador.

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Stress acumulado, ansiedade, preocupações com o trabalho podem ser os causadores da insónia; excesso de cafeína; a toma de alguns medicamentos também pode afetar a qualidade do sono.

Podem registar-se diferentes tipos de episódios de insónia. De algumas noites até três semanas, é uma insónia de curta duração; se este episódio se repetir de tempos a tempos, é insónia intermitente; e se a dificuldade em dormir for frequente e se prolongar por mais de um mês, estamos perante a insónia crónica.

Podem apontar-se como outros dos distúrbios a apneia do sono e a narcolepsia. A primeira consiste em pequenas e repetidas interrupções da respiração durante o sono. Essa interrupção é causada por obstruções transitórias da passagem do ar pela garganta.

Uma pessoa com apneia raramente percebe que tem dificuldade para respirar durante o sono e, por esse motivo, a doença geralmente passa despercebida ao longo dos anos até ser diagnosticada.

Eis alguns sintomas associados à apneia do sono: sonolência excessiva diurna, dores de cabeça durante o dia, despertares frequentes durante a noite, sono agitado, ressonar alto, irritabilidade…

O aumento das amigdalas ou um relaxamento dos músculos da garganta e cavidade oral podem estar na sua origem.

Já a narcolepsia é caracterizada por uma enorme sonolência durante o dia, mesmo que a pessoa tenha dormido as horas necessárias durante a noite.

Esta sonolência excessiva pode revelar-se um problema, impedindo a concentração nas tarefas diárias.

Existem também comportamentos que perturbam o sono, como é o caso do sonambulismo.

Num episódio de sonambulismo, a consciência e a memória estão adormecidas, mas a parte motora é despertada repentinamente. A pessoa fala durante o sono, pode sentar-se na cama ou caminhar pela casa, mas quando acorda não se lembra de nada do que fez.

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