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Natal: Festas sem stress

7 Dezembro, 2014 0

Ao contrário dos aniversários, em que há apenas uma pessoa para presentear, nesta altura há familiares e amigos, às vezes colegas de trabalho, outras vezes até pessoas com quem se mantêm relações sociais ou profissionais que se considera ser necessário contemplar nesta época festiva.

E há que procurar a prenda certa para a pessoa certa. Começa então uma cansativa maratona pelas lojas que, para quem trabalha de segunda a sexta, é quase sempre transferida para o fim-de-semana. E quanto mais se adia a compra, mais o stress aumenta: as lojas estão cheias, nos corredores dos centros comerciais as pessoas atropelam-se, no exterior o trânsito convida a paciência redobrada. São filas para escolher, para pagar, para embrulhar, para entrar e sair do estacionamento.

Não admira que haja quem ande com os nervos à flor da pele. Mas há solução e dá pelo nome de planeamento: o primeiro passo é fazer uma lista das pessoas a quem se oferece e daquilo que se oferece; depois há que começar a escolher e comprar o mais cedo possível, aproveitando os momentos mais calmos do dia – a hora de almoço não é boa ideia pois é aproveitada por muitas pessoas, o melhor é ao abrir das lojas, pelas 9 ou 10 horas. O movimento é escasso, a disponibilidade dos funcionários maior, fazem-se melhores compras e mais rapidamente…

E convém ir verificando a lista, para não deixar nada, mesmo nada, para a última hora – é que o dia 23 à noite e o 24 de manhã são os piores em todos os sentidos (está tudo esgotado, ninguém tem paciência, a começar nos clientes ansiosos e nos empregados desejosos de fechar a loja e ir para casa…).

E há sempre a possibilidade de escapar a esta confusão redescobrindo o lado simbólico das prendas de Natal. Porque não dar um toque pessoal a algumas prendas, ao estilo do “faça você próprio”?

É também uma forma de contornar eventuais dificuldades financeiras, motivadas, nomeadamente, pelo actual tempo de crise. A propósito, ninguém vai levar a mal se, este ano, não houver prendas para trocar com todos.

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Planeie, planeie

Voltando ao planeamento: ele é também o melhor dos aliados no que toca aos preparativos para a consoada. Receber familiares em casa dá trabalho, antes, durante e depois. Pense nisso com tempo. Convide e confirme as presenças com antecipação, de modo a organizar a refeição.

Faça as compras o mais cedo possível, deixando apenas de fora os produtos frescos. E pense em pratos que possam ser confeccionados com alguma antecedência, para não ser preciso estar na cozinha quando os convidados chegarem. E se os convidados forem muitos porque não desafiá-los a contribuir para a ceia? É uma boa forma de aliviar a despesa e também uma forma de fomentar o convívio e a partilha.

E para aliviar o stress peça ajuda. Ninguém consegue fazer tudo sozinho ou, se consegue, corre o risco de ficar tão cansado que não desfruta da festa. Para não chegar ao dia 26 a dizer “Natal na minha casa, nunca mais!” divida as tarefas: afinal, não há super-heróis! Além disso, o Natal é tradicionalmente um momento de partilha. É a celebração da família, do afecto, quer tenha ou não um cunho religioso.

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