Alimentação saudável: Investir na saúde
Uma alimentação saudável é um investimento na saúde. O que, na idade adulta, corresponde a manter a vitalidade do organismo e a minimizar o risco de doenças crónicas.
A cada fase da vida correspondem necessidades nutricionais específicas, a que a alimentação deve, naturalmente, dar resposta. Chegado à idade adulta, o organismo já não está em crescimento e desenvolvimento, mas isso não significa que a dieta deva ser
descurada.
Num adulto, a alimentação deve fornecer as matérias-primas para que o corpo se mantenha em forma e saudável, para que o sistema imunitário continue a desempenhar com eficácia o seu papel de barreira contra infecções e para reforçar as defesas contra doenças crónicas. É que há patologias que, embora não sejam exclusivas dos adultos, são mais prováveis com o passar dos anos – são assim as cardiovasculares, a diabetes, a osteoporose e o cancro.
Da alimentação, um adulto deve ainda obter os nutrientes que lhe permitam manter um peso adequado, prevenindo o risco de obesidade. E deve colher energia suficiente para se manter activo.
São benefícios que advêm do cumprimento das regras mais básicas de uma alimentação saudável: a diversidade de alimentos e o equilíbrio dos nutrientes. Afinal, todos os alimentos são bons desde que consumidos nas proporções adequadas…
Proteínas, hidratos de carbono, fibras, minerais e vitaminas e até gorduras e açúcares, geralmente considerados os “maus da fita” – todos estes nutrientes são necessários, tanto mais que cumprem funções diferenciadas no organismo: uns fornecem energia, outros intervêm na formação e regeneração de tecidos, outros ainda na regulação das funções fisiológicas.
É nestes princípios que assenta a chamada dieta mediterrânica, que continua a ser entendida como a base de uma alimentação saudável.
Regras de ouro
Partindo do princípio de que não há alimentos maus, mas apenas uns melhores do que outros, o que há a fazer é consumi-los em quantidades proporcionais aos seus benefícios nutricionais.
Há alimentos que estão em excesso na alimentação dos portugueses e outros que escasseiam, tornando-se, porventura, necessário inverter estas posições. A começar pelos vegetais, que andam muito ausentes das refeições: em sopas ou saladas, cozinhados ou crus, são indispensáveis, dados os elevados teores de vitaminas e sais minerais que fornecem.
São, além disso, saciantes, o que significa que devem ser consumidos como entrada: se assim for, a vontade de comer em excesso é rapidamente reduzida. Têm ainda outra vantagem: a de possuírem antioxidantes, substâncias que actuam sobre os radicais livres, prevenindo o envelhecimento.
São boas razões para estarem presentes presentes à mesa com abundância. O mesmo é válido para a fruta. Cinco doses diárias são o ideal: pode ser uma peça de fruta ou um sumo, como sobremesa ou lanche no intervalo das refeições. É que, tal como os vegetais, a fruta possui poucas calorias mas é rica em vitaminas e minerais.
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Boas fontes de nutrientes são também os legumes e os frutos secos: feijão, fava, grão e ervilha são alimentos que andam um pouco arredados da cozinha, quando na verdade contribuem para uma dieta equilibrada.
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