Vacinação: Defender o forte
A vacina é, pois, preventiva. E protege não apenas a pessoa que a levou, mas toda a comunidade: é que se a vacinação for generalizada, quebra-se a cadeia de transmissão da doença.
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Ao longo da vida
É por isso que países como Portugal possuem um Plano Nacional de Vacinação. O nosso permite que aos seis meses as crianças já estejam protegidas contra sete doenças típicas da infância e aos 15 meses esse número aumenta para dez. Isto se o calendário for cumprido.
Em Portugal, a vacinação é uma realidade, tanto mais que ter o calendário actualizado é necessário para a entrada das crianças no sistema de ensino. Na mudança de ciclo, há quase sempre uma vacina para tomar: assim é aos cinco, seis anos, a idade de entrar no 1.º ciclo, mais conhecido como primária, assim é também entre os dez e os 13, quando se está a transitar para o 2.º ou para o 3.º ciclo.
É nesta altura que se volta a falar das agulhas – porque a maioria das vacinas é administrada por via cutânea. Nas crianças mais velhas, o receio da picada já terá muito provavelmente passado. Talvez até já tenham aprendido na escola sobre a importância das vacinas – numa aula de Estudo do Meio, de Ciências da Natureza ou de Biologia. Além disso, passados alguns dias da picada nem sinal. Por vezes há dor, vermelhidão e algum inchaço, pode até haver febre e algum mal-estar, mas é, quase sempre, passageiro.
Afinal, se as vacinas não fossem seguras não eram dadas a recém-nascidos…
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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