Piolhos: Seus parasitas…
Para a eficácia do tratamento, todas as recomendações devem ser rigorosamente cumpridas. Os antiparasitários só devem ser utilizados quando se confirma a infestação e há que atentar no intervalo entre aplicações.
Para prevenir, deve evitar-se o contacto directo entre cabeças, para além de verificar o couro cabeludo dos restantes membros da família. O vestuário e a roupa de cama, as escovas e os pentes devem ser lavados com água bem quente (60ºC), e os objectos que não possam ser lavados devem ser aspirados e, se necessário, devem ser fechados num saco durante cerca de duas semanas, visto que o piolho, longe do contacto com o hospedeiro, acaba por morrer, dado que não tem forma de se alimentar.
Com estes cuidados e cumprindo o tratamento, é possível manter os cabelos livres de piolhos e lêndeas. Até à próxima… ou não!
Outros piolhos
Quando se fala de piolhos associamo-los de imediato à cabeça. Mas não são os únicos, existindo outras duas espécies, uma que se propaga pelo corpo, outra que prefere os pêlos púbicos.
Ao contrário dos da cabeça, os piolhos do corpo surgem normalmente em pessoas cuja higiene é deficiente ou que vivem em espaços limitados ou sobrelotados.
Não se transmitem tão facilmente como os da cabeça, mas têm a grande desvantagem de poderem veicular doenças como o tifo. Já os piolhos púbicos infestam a zona genital, transmitindo-se através das relações sexuais. Apresentam algumas diferenças na sua forma – os piolhos púbicos são mais largos, curtos e achatados do que os outros, que têm um aspecto arredondado. Os piolhos da cabeça e do púbis vivem directamente em contacto com o indivíduo, enquanto que os do corpo costumam também estar presentes nas peças de vestuário em contacto mais directo com a pele.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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