Corar: Sim, estou corado… e então? - Médicos de Portugal

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Corar: Sim, estou corado… e então?

13 Novembro, 2011 0

Embaraço, vergonha ou desconforto são normalmente sinónimos de uma face invadida por um rubor cálido que é logo denunciado por alguém em redor: “Estás corado!”. O rubor nem sempre é um sinal de timidez, ocorrendo até no caso de pessoas pouco tímidas, em determinadas situações. Pode, no entanto, dar origem ao desenvolvimento de “complexos” que por vezes tornam mais difícil a inserção social.

No que que diz respeito às emoções, o ser humano é muito heterogéneo. Personalidades diferentes, mais discretas ou mais expansivas, em algumas situações perturbadoras, mesmo que ligeiras, por vezes espelham no rosto o desconforto que esse acontecimento lhes provoca.

Corar é uma sensação de calor, acompanhada de um rubor mais ou menos intenso, que não passa despercebido. Corar não é exactamente uma questão de timidez – é uma reacção física que se segue a uma reacção psíquica. O rubor não passa despercebido: ele anuncia-se logo após a emoção que o desencadeia. Mas tal não seria preciso porque, para mal de quem cora com frequência, há sempre alguém por perto para lançar uma aparentemente inocente questão: “Estiveste ao sol?” É como colocar um rótulo… E o vermelho intensifica-se…

Há mesmo quem viva preocupado com receio de corar, ficando condicionado negativamente e corando, mesmo quando não existe motivo aparente. Daí que os especialistas aconselhem a aceitar o facto de se corar em algumas ocasiões, desdramatizando-o. Brincar com a própria vermelhidão ajuda a descontrair e fá-la desaparecer mais depressa. E os outros deixarão de reparar e de chamar a atenção.

A verdade é que há quem não consiga e se prive do convívio social para não correr riscos de ruborizar. Nesse caso estão disponíveis técnicas que têm mostrado eficácia, evitando a procura de causas, e orientadas para corrigir os comportamentos quotidianos.

Ensinam, antes de mais, a relaxar. Aos poucos, corar deixa de ser tão frequente e, sobretudo, tão perturbador. Quem sabe, se corar não pode ter mais encanto.

No que que diz respeito às emoções, o ser humano é muito heterogéneo. Personalidades diferentes, mais discretas ou mais expansivas, em algumas situações perturbadoras, mesmo que ligeiras, por vezes espelham no rosto o desconforto que esse acontecimento lhes provoca.

Corar é uma sensação de calor, acompanhada de um rubor mais ou menos intenso, que não passa despercebido. Corar não é exactamente uma questão de timidez – é uma reacção física que se segue a uma reacção psíquica. O rubor não passa despercebido: ele anuncia-se logo após a emoção que o desencadeia. Mas tal não seria preciso porque, para mal de quem cora com frequência, há sempre alguém por perto para lançar uma aparentemente inocente questão: “Estiveste ao sol?” É como colocar um rótulo… E o vermelho intensifica-se…

Há mesmo quem viva preocupado com receio de corar, ficando condicionado negativamente e corando, mesmo quando não existe motivo aparente. Daí que os especialistas aconselhem a aceitar o facto de se corar em algumas ocasiões, desdramatizando-o. Brincar com a própria vermelhidão ajuda a descontrair e fá-la desaparecer mais depressa. E os outros deixarão de reparar e de chamar a atenção.

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