Mulher: À mercê das hormonas?
Estes cuidados também são válidos quando as dores estão relacionadas com a toma da pílula, mas, se forem muito intensas, pode ser útil mudar de método contraceptivo: nesse caso, informe-se junto do seu médico para encontrar a alternativa mais adequada ao seu caso.
Já na gravidez, como as dores de cabeça tendem a melhorar, mesmo que aconteçam é provável que desapareçam com a ajuda de cuidados associados ao estilo de vida – descansar o suficiente e ter uma alimentação regrada, por exemplo.
Já com o parto, se se registar um aumento das queixas, aconselhe- se com o seu farmacêutico ou médico antes de tomar medicamentos: é que podem passar para o bebé se estiver a amamentar. Também na perimenopausa e na menopausa são de esperar alterações no padrão de dores de cabeça.
Nalguns casos, a chamada terapêutica de substituição hormonal ajuda, noutros não.
Se houver um agravamento das queixas, há que insistir na adopção de estilos de vida saudáveis e, eventualmente, recorrer a medicamentos analgésicos ou anti-inflamatórios.
De qualquer das formas, ainda que esta relação seja conhecida, cada mulher é única, sendo umas mais sensíveis às variações hormonais do que outras.
O que não há é razão para que as dores de cabeça afectem negativamente o quotidiano e a qualidade de vida.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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