Memória & concentração: Lembranças & esquecimentos
Já é conhecido que o fumo quebra a quantidade de oxigénio que chega ao cérebro e este facto muitas vezes afecta a memória.
Vários estudos já mostraram que fumadores de um ou mais maços de cigarros por dia tiveram dificuldades em lembrar de faces e nomes de pessoas em testes de memória visual e verbal, quando comparados com indivíduos não fumadores.
Alimentar os neurónios
Uma alimentação equilibrada é essencial em qualquer idade, para as crianças em idade
escolar – uma fase de crescimento e de maiores exigências físicas e intelectuais – assume uma importância particular, que se acentua na altura de testes e exames.
Devem, então, merecer lugar de destaque nas refeições os alimentos ricos em ácidos gordos Ómega3, pois interferem positivamente nas capacidades de memória, raciocínio e aprendizagem. São substâncias que tornam mais fluidas as membranas celulares, facilitando a comunicação entre os neurónios. Um benefício que se retira sobretudo com a ingestão de peixe, que deverão ser consumidos com frequência.
Necessários são também os alimentos que fornecem energia, na medida em que o cérebro a usa como combustível para pensar. É esta a função do pequeno-almoço. Nele devem ter lugar os cereais integrais, uma boa fonte energética, preferível aos chamados açúcares simples – contidos em bolos e bolachas, por exemplo. É que estes são absorvidos muito depressa pela corrente sanguínea, provocando um desequilíbrio químico que afecta a memória e a concentração.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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