Rastreio Pré-Natal no Primelab
O Rastreio Pré-Natal avalia o risco de o bébé ter defeitos como a espinha bífida e a trissomia 21 (síndrome de Down), que são as doenças congénitas mais frequentes (cerca de 1 por cada 500 nascimentos).
O diagnóstico da espinha bífida é ecográfico, mas o defeito pode em alguns casos passar despercebido. O rastreio aumenta a probabilidade de detecção.
O diagnóstico da trissomia é feito por citogenética, nas células do líquido amniótico, colhido por amniocentese. A amniocentese, contudo, envolve riscos de aborto em 1 a 2 % dos casos, e só está indicada quando há um rastreio positivo.
O que significa um resultado positivo?
Um resultado positivo significa que existe um risco elevado de haver uma anomalia congénita. Esse risco é apenas uma probabilidade, e não substitui os exames diagnósticos (ecografia no caso da espinha bífida, ou amniocentese com cariotipo no caso da trissomia).
Na maior parte dos casos, o resultado positivo do rastreio não se confirma: entre 30 e 70 grávidas em cada 1000 têm um resultado positivo, mas, destas, só 2 terão de facto um bébé com uma anomalia congénita.
Que tipos de rastreio existem?
Existem várias técnicas de rastreio, testadas e validadas por estudos multicêntricos internacionais. Diferem sobretudo no timing de realização e nas taxas de detecção e de falsos positivos:
– rastreio do 1º trimestre ou combinado (às 11-13 semanas de gravidez) – bioquímico e ecográfico
– rastreio do 2º trimestre (às 15-22 semanas de gravidez) – bioquímico
– rastreio integrado (em dois tempos: (às 10-13 semanas e depois às 15-22 semanas de gravidez) – bioquímico e ecográfico
Vale a pena?
A decisão de fazer ou não o rastreio, e que tipo de rastreio, deve sempre ser tomada pela grávida em conjunto com o médico obstetra.
Dr. Luís Rodrigues
Director Técnico do Primelab
Primelab – Laboratório de Análises Clínicas
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