Gravidez, o Pai – 9 meses de espera
A futura mãe está plena de novidades: desde os enjoos às indisposição, preguiça e até mau humor; por vezes chora, outras ri. Tal comportamento deixa o companheiro confuso, inseguro e com ciúmes. Há que ter paciência: ela está a enfrentar as tensões geradas pela proximidade do desempenho de um novo papel; e mais: o seu estado emocional ainda é influenciado por diversas alterações hormonais.
Solidário, por vezes o marido chega a sentir os mesmos enjoos ou a azia que ela vai sofrendo depois das refeições. Mesmo assim, em estado de ansiedade, tem a tendência de comer demais: por isso, é provável que também ganhe alguns quilos extras.
Todos estes sintomas e modificações indicam que ambos estão grávidos, e que, desde o momento da concepção do futuro bebé, mergulham, de coração, na gloriosa aventura da criação de uma vida: a do seu filho.
O MÉDICO
Os amigos brincam e fazem piadas; mas como esconder sentimentos tão contraditórios, como o medo do futuro, a tensão de desempenhar o papel de pai muito em breve, o orgulho pela gestação do filho e o desejo de o possuir logo que possível nos braços?
É claro que tem em mente muitas perguntas sobre a gravidez e a data provável do parto; A maioria será esclarecida pelo médico assistente que trata e avalia a sua companheira.
Ele vai estar presente no seguimento clínico de mãe e filho até final da gravidez; Por isso, é essencial que exista grande confiança entre todos.
Outra condição importante nesse relacionamento é a comunicação. Por vezes, o médico é grande profissional, mas pouco aberto ao diálogo. Os futuros pais, todavia, necessitam de quem possui os devidos conhecimentos que também os escute, conheça seus sentimentos e os oriente.
O ideal é que o futuro pai ou sua mulher nunca tenham que admitir: “Não consigo relacionar-me ou ter o há vontade de discutir pormenores com nosso médico.”” Porque, nesses casos, há que tentar uma abordagem mais íntima e e procurar melhor relacionamento

