Crianças especiais, atenção especial…
Não obstante a vertente farmacológica, deve ser estruturado um programa de intervenção comportamental a implementar nos diferentes contextos em que a criança se desloca. As crianças com esta perturbação tendem a ter atitudes de forma a se sentirem em controlo, quer como sendo o «bobo da corte», agressor ou «bode expiatório».
Segundo Fátima Trindade, «lidar com estas situações implica sempre um stress acrescido. É fundamental que todos os intervenientes na vida da criança, ou adolescente, comuniquem entre si e não se esqueçam de dialogar com eles, sobre o problema em causa. Os pais devem, além de apoiar o(a) filho(a), conseguir apoiar-se mutuamente».
Mesmo depois de controlada a questão da PHDA na criança, convém não esquecer que, mesmo em adulto, este continuará a sofrer da mesma perturbação. A grande maioria continuará a manifestar os mesmos sintomas, quer na adolescência, quer na idade adulta. Essa sintomatologia tende a diminuir com a idade, mas também com o conhecimento do próprio em relação a algumas estratégias eficazes para lidar com a situação.
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