VIII Congresso da SPEM Discute Terapêutica na Esclerose Múltipla
Para discutir estas temáticas, a SPEM recebe no Auditório da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa a Dr.ª Lívia Sousa, Neurologista dos Hospitais da Universidade de Coimbra; o Prof. Doutor Luís Maia, Psicólogo da Universidade da Beira Interior; a Eng.ª Paula Costa, Coordenadora do Núcleo de Estudos e Análise da APIFARMA; o Enf. Carlos Cordeiro do Hospital de Santa Maria e a Dra. Alexandra Duque, Psicóloga Clínica da SPEM.
Sobre a Esclerose Múltipla (EM)
A EM é uma doença do sistema nervoso central. É uma patologia inflamatória, crónica, desmielinizante e degenerativa que interfere com a capacidade em controlar funções como a visão, locomoção e equilíbrio. Em Portugal, estima-se que existam mais de 5.000 doentes com EM dos quais apenas 3.500 receberão tratamento, já que muitos casos não estão diagnosticados. A EM é uma patologia que pode desencadear-se desde muito cedo, aos 20 anos. Os sintomas manifestam-se por surtos e podem piorar progressivamente até à paralisia, alterações da fala e perdas visuais. A EM não tem causa ou cura conhecida.
Sobre a SPEM
A SPEM é uma instituição privada de solidariedade social que completa 27 anos de existência e cuja missão é contribuir para a melhoria das condições de vida do portador de esclerose múltipla e respectivos cuidadores. Neste âmbito, a SPEM intervém junto dos poderes públicos e organismos competentes, especialmente nas áreas da saúde e social, no sentido da maior eficiência na divulgação da informação pertinente sobre a patologia e acesso às respectivas terapias. A acção da instituição estende-se a toda a sociedade civil, como forma de sensibilização para a existência de uma realidade cujas consequências impõem o apoio de todos, para que possam ser satisfeitas as necessidades específicas dos portadores e, simultaneamente, garantir-lhes plena e digna integração social.
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