SPEM - Boletim Nº 60 - Médicos de Portugal

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SPEM – Boletim Nº 60

18 Junho, 2004 0

Doenças de longa duração ou doenças crónicas. São muitas. Umas resultam de maus estilos de vida ou comportamentos de risco ou são agravadas por eles: o alcoolismo, o tabagismo, a toxicodependência, o sedentarismo, etc. Outras aparecem não se sabe porquê. É o caso da Esclerose Múltipla.

Para as primeiras, existem da parte dos Serviços de Saúde Pública motivações importantes para fazer campanhas educativas e tomar outras medidas concretas. Até porque na Europa mais desenvolvida do que Portugal são estas que estão na Ordem do Dia, porque para as
outras já existe mais protecção.

Para as doenças não previsíveis e que não se sabe como as evitar existe alguma má consciência. Na verdade nas Orientações Estratégicas para o Plano Nacional de Saúde em Portugal (documento que se encontra aberto a contributos) reconhece-se grande falta de conhecimento relativamente a doenças crónicas e deficiências dos jovens.

Não só não conseguimos nós saber ao certo quantos doentes de Esclerose Múltipla há, como se tratam e como é que estão, como não se sabe quantos jovens sofrem de doenças crónicas.

Quando conheceremos a realidade? Quando deixaremos de perder tempo a discutir se a Esclerose múltipla é uma doença benigna ou devastadora?

Quem tem medo da verdade?

A quem não interessa a verdade?

É que a verdade, na Esclerose Múltipla não é igual para todos, é diferente para cada um.

A DIRECÇÃO

Faça já o download do Boletim Nº 60 Abril / Junho de 2003

Para as primeiras, existem da parte dos Serviços de Saúde Pública motivações importantes para fazer campanhas educativas e tomar outras medidas concretas. Até porque na Europa mais desenvolvida do que Portugal são estas que estão na Ordem do Dia, porque para as

outras já existe mais protecção.

Para as doenças não previsíveis e que não se sabe como as evitar existe alguma má consciência. Na verdade nas Orientações Estratégicas para o Plano Nacional de Saúde em Portugal (documento que se encontra aberto a contributos) reconhece-se grande falta de conhecimento relativamente a doenças crónicas e deficiências dos jovens.

Não só não conseguimos nós saber ao certo quantos doentes de Esclerose Múltipla há, como se tratam e como é que estão, como não se sabe quantos jovens sofrem de doenças crónicas.

Quando conheceremos a realidade? Quando deixaremos de perder tempo a discutir se a Esclerose múltipla é uma doença benigna ou devastadora?

Quem tem medo da verdade?

A quem não interessa a verdade?

É que a verdade, na Esclerose Múltipla não é igual para todos, é diferente para cada um.

A DIRECÇÃO

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