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Rubéola: Sarampo rápido

31 Agosto, 2009 0
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A maioria dos nascidos de mães infectadas no primeiro trimestre de gestação desenvolvem anomalias congénitas – é a chamada rubéola congénita. Podem ocorrer vários problemas, incluindo atraso no crescimento, cataratas, surdez, defeitos cardíacos e noutros órgãos. A probabilidade de um aborto é significativa, existindo ainda o risco de morte fetal.

É nos primeiros três meses que o perigo é maior, mas a exposição ao vírus em fases mais avançadas da gravidez também é perigosa. É um facto que o número de bebés nascidos com rubéola congénita declinou consideravelmente desde que, em 1969, foi criada a vacina contra esta infecção. Mas o risco existe se a mãe não estiver imunizada: a vacina é, de facto, a protecção mais eficaz, mas já ter contraído a doença também oferece imunização.

Se estiver a planear engravidar, a mulher deve assegurar-se de que está protegida: deve confirmar se foi vacinada e, se não o tiver sido, deve ser determinado laboratorialmente se teve ou não rubéola. Se a resposta for negativa, deve vacinar-se, usando um método contraceptivo nos dois meses seguintes.

A rubéola é uma doença benigna. Com frequência, vem e vai sem se dar por ela. Mas durante a gravidez todo o cuidado é pouco: aliás, a imunização à rubéola faz parte da bateria de análises pré-natais. O vírus, contraído por inalação das partículas suspensas no ar ou por contacto directo com uma pessoa infectada, entra no fluxo sanguíneo da mãe e difunde-se, atingindo a placenta e, através dela, o feto. Um risco que a vacina previne.

 

Tripla protecção

A vacina que oferece imunização contra a rubéola é também a que protege contra o sarampo e a papeira – a VASPR ou tríplice vírica. É dada em duas doses, a primeira aos 15 meses e a segunda pelos cinco, seis anos.

A vacina é bem tolerada, mas duas a três semanas após a sua administração podem declarar-se alguns efeitos secundários, nomeadamente febre de curta duração e uma ligeira erupção na pele. Crianças com alergia ao ovo ou ao antibiótico neomicina não devem ser vacinadas.

FARMÁCIA SAÚDE – ANF

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