O “cérebro” que comanda as acções humanas
Então vai privilegiar as decisões por pattern recognition em vez de decisões de tipo problem solving.
Dito de outra forma, vai orientar o idoso para decidir emocionalmente em vez de estar a fazer as análises racionais complexas que executava quando era mais novo. Será assim de esperar que um CEO idoso dê preferência a decisões intuitivas e emocionais no lugar de decisões muito apoiadas em complexos estudos matemáticos, estatísticos, modelizados, que quase impõem, já formatada, uma decisão racional e muito reflectida.
O que não significa que tais decisões, por emocionais, sejam menos capazes de garantir o sucesso esperado.
Daniel Serrão | Professor Jubilado e docente no curso de Doutoramento em Bioética do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa
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