Azia, dores, diarreia ou prisão de ventre » “Atenção aos sintomas” - Médicos de Portugal

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Azia, dores, diarreia ou prisão de ventre » “Atenção aos sintomas”

29 Setembro, 2007 0

O Dr. Carlos Sofia é Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, Professor de Medicina na Universidade de Coimbra e Chefe de Serviço de Gastrenterologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Explica aos leitores do Jornal do Centro de Saúde quais os sintomas mais comuns das doenças desta especialidade, aos quais devemos estar atentos.

Quais as principais doenças dos portugueses no âmbito da gastrenterologia?

Desde logo, a patologia oncológica, isto é, os tumores malignos, com destaque para o cancro do esófago, do estômago e do intestino grosso. Este último – o cancro do cólon e recto – tem aumentado de frequência no nosso País, especialmente acima dos 50 anos de idade.

A úlcera do estômago e do duodeno é outro tipo de patologia muito conhecida. Nos dias de hoje, verifica-se um aumento dos casos de refluxo do ácido do estômago para o esófago, circunstância que pode causar a chamada azia, sintoma que pode, por sua vez, alterar a qualidade de vida das pessoas que dela padecem.

Nas doenças do fígado, há que salientar as hepatites por vírus B e vírus C. Por outro lado, em virtude do consumo excessivo de bebidas alcoólicas que se verifica na população portuguesa, há uma grande frequência de casos de cirrose hepática.

Que conselhos dá aos nossos leitores?

Devem estar atentos a certas queixas, isto é, sintomas ou sinais que podem relacionar-se com o aparelho digestivo. Uns, particularmente quando persistem ou se repetem no tempo, tais como dores no abdómen, ardor ou azia, obstipação, ou “prisão de ventre”, crises de diarreia, digestões difíceis.

Outras queixas devem, desde logo, alertar o paciente: sangue nas fezes, icterícia ou perda de peso inexplicável.

Considera que os portugueses são adeptos da boa alimentação ou consomem alimentos pouco saudáveis?

De facto, a diminuição do conteúdo de fibras na alimentação, a substituição do azeite pelo óleo alimentar, o fraco consumo de fruta, vegetais e de legumes e a perda do hábito de comer sopa e peixe, são exemplos do afastamento da tal dieta mediterrânica. Para mais, há referência ao aumento crescente da obesidade na população portuguesa.

Os conselhos são, por um lado, alimentação rica em fibras, com fruta, vegetais, legumes e peixe, e por outro, evitar ou combater o excesso de peso.

Contactos:
Av. António José de Almeida nº 5 F – 8º andar
1000-042 Lisboa
Tlf.: 217 995 530 / 5 – Fax: 217 995 538
Email: spg.spg@mail.telepac.pt
www.spg.pt

Quais as principais doenças dos portugueses no âmbito da gastrenterologia?

Desde logo, a patologia oncológica, isto é, os tumores malignos, com destaque para o cancro do esófago, do estômago e do intestino grosso. Este último – o cancro do cólon e recto – tem aumentado de frequência no nosso País, especialmente acima dos 50 anos de idade.

A úlcera do estômago e do duodeno é outro tipo de patologia muito conhecida. Nos dias de hoje, verifica-se um aumento dos casos de refluxo do ácido do estômago para o esófago, circunstância que pode causar a chamada azia, sintoma que pode, por sua vez, alterar a qualidade de vida das pessoas que dela padecem.

Nas doenças do fígado, há que salientar as hepatites por vírus B e vírus C. Por outro lado, em virtude do consumo excessivo de bebidas alcoólicas que se verifica na população portuguesa, há uma grande frequência de casos de cirrose hepática.

Que conselhos dá aos nossos leitores?

Devem estar atentos a certas queixas, isto é, sintomas ou sinais que podem relacionar-se com o aparelho digestivo. Uns, particularmente quando persistem ou se repetem no tempo, tais como dores no abdómen, ardor ou azia, obstipação, ou “prisão de ventre”, crises de diarreia, digestões difíceis.

Outras queixas devem, desde logo, alertar o paciente: sangue nas fezes, icterícia ou perda de peso inexplicável.

Considera que os portugueses são adeptos da boa alimentação ou consomem alimentos pouco saudáveis?

De facto, a diminuição do conteúdo de fibras na alimentação, a substituição do azeite pelo óleo alimentar, o fraco consumo de fruta, vegetais e de legumes e a perda do hábito de comer sopa e peixe, são exemplos do afastamento da tal dieta mediterrânica. Para mais, há referência ao aumento crescente da obesidade na população portuguesa.

Os conselhos são, por um lado, alimentação rica em fibras, com fruta, vegetais, legumes e peixe, e por outro, evitar ou combater o excesso de peso.

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