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Abriu a época da gripe!

4 Outubro, 2009 0

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Gripe sazonal Vacine-se na sua farmácia!

Este ano, e à semelhança do que aconteceu na época gripal passada, pode vacinar-se contra a gripe sazonal na sua farmácia. Esta possibilidade existe ao abrigo da legislação que veio permitir que as farmácias passassem a poder prestar um vasto conjunto de serviços farmacêuticos, de entre os quais se destaca o serviço de administração de vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação (PNV ).

Para o efeito, os farmacêuticos das farmácias que prestam o serviço de vacinação concluíram formação específica, que garante aos utentes toda a segurança e eficácia. No Outono passado este serviço esteve disponível pela primeira vez a nível nacional, com cerca de 160 mil utentes a serem vacinados nas farmácias no período compreendido entre Outubro de 2008 e Março de 2009.

Do total de vacinas contra a Gripe, dispensadas nas farmácias a nível nacional, estima-se que 22,4% tenham sido ministradas nas farmácias. Este número demonstra bem como os portugueses confiam no profissionalismo dos farmacêuticos. É ainda a prova da extrema acessibilidade das farmácias.

A vacina contra a gripe é de prescrição médica. Com a receita já é possível adquirir e receber a imunização no mesmo momento e no mesmo espaço, com toda a comodidade e segurança.

 

Gripe A (H1N1)

Nos últimos meses, a gripe tem sido a doença de que mais se fala. Não a comum gripe sazonal, mas a chamada gripe A. Oriunda do México, afecta países do mundo inteiro, incluindo Portugal.

É causada por um novo subtipo de vírus – o H1N1 – que afecta os seres humanos e contém genes das variantes humana, aviaria e suína do vírus da gripe, com uma combinação nunca antes observada.

Os sintomas são muito semelhantes aos da gripe sazonal: febre, tosse e nariz entupido, dor de garganta, dores corporais ou musculares, dor de cabeça, arrepios e fadiga.

Também tê sido verificados, em alguns casos, vómitos ou diarreia. Também se transmite como a gripe sazonal, espalhando-se de pessoa para pessoa através de partículas em suspensão no ar, libertadas com a fala, a tosse ou os espirros.

O contágio pode acontecer também em consequência do contacto com objectos onde tenham ficado depositadas gotículas ou secreções do nariz ou da garganta de uma pessoa infectada, como as maçanetas da porta, telefones ou superfícies de utilização pública.

Uma pessoa saudável pode contaminar as mãos e levá-las à boca, olhos ou nariz. Apesar de conter genes da variante suína do vírus, razão por que começou por ser apelidada de gripe suína, a infecção não pode ser contraída pela ingestão de carne de porco ou derivados devidamente confeccionados (cozinhados a mais de 70 graus). Esta estirpe não foi, aliás, detectada em animais.

Não existe para já uma vacina nem há provas de que a vacina anual seja eficaz contra esta estirpe do vírus. Perante sintomas suspeitos, a recomendação oficial é de que se contacte com a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), não recorrendo a qualquer unidade de saúde sem orientações prévias.

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