Viver e conviver com esclerose múltipla
«Para a fase inicial – inflamatória – existem tratamentos eficazes capazes de reduzir o aparecimento de novos surtos de doença e o agravamento da incapacidade. Em populações de doentes em que a terapêutica foi instituída mais tardiamente registou-se maior frequência de ataques da doença e maior grau de incapacidade», afirma Rui Pedrosa, acrescentando:
«A evidência de que o tratamento é tanto mais eficaz quanto mais precocemente iniciado leva a que se discuta, actualmente, a sua instituição logo na primeira crise, quando o diagnóstico não é ainda sequer definitivo.
Qualquer queixa, do tipo que habitualmente surge na esclerose múltipla, deve ser motivo de esclarecimento adequado e quando a suspeita se mantém deve-se recorrer ao apoio de profissionais ou instituições com maior experiência no diagnóstico e terapêutica.»
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