Verão em movimento: Não pára quieto? Óptimo!
…mas tudo com conta, peso e medida. Na época estival, o Sol e a praia, a roupa mais fresca, leve e reduzida são factores que atraem mais pessoas para a prática de exercício físico, no sentido de assegurar maior firmeza, um corpo mais bem definido, queimar a gordura e diminuir a flacidez. Mas, não convém entrar em loucuras nem correrias desenfreadas…
A prática de exercício físico é fonte de saúde e bem-estar. Mas, como em tudo, sensibilidade e bom senso são recomendáveis. Praticar exercício reduz riscos de hipertensão e demais complicações cardiovasculares, minimiza os efeitos de doenças articulares crónicas, como a artrose, para além dos benefícios em termos de balanço calórico e perda/controlo de peso.
Tudo somado, ganhamos também na vertente emocional, podendo diminuir eventuais tendências depressivas e melhorar o desempenho sexual. Bom para o corpo e para a alma, como costuma dizer-se.
Cada actividade tem a sua factura energética, tal como cada pessoa, pelo que, dependendo dos objectivos pessoais, deve ser escolhida a actividade mais adequada. Não é tão saudável procurar praticar exercício por meras questões de sazonalidade estival, pois normalmente este tipo de comportamento está associado a excessos e consequências em termos de lesões ósseo-musculares, que demoram a ser tratadas e impedem a continuidade do treino
Escolher o calçado desportivo mais adequado
A oferta é ampla em termos de formatos, cores, tamanhos, materiais, marcas e preços. Hoje, as sapatilhas ou ténis estão entre as preferências de calçado de grande parte dos portugueses. Uma popularidade que só reforça a importância de escolher o modelo mais adequado para uso casual ou para a prática desportiva. Uma má escolha pode originar lesões nos ossos, nos músculos e ligamentos, tanto nos pés como nos joelhos e até mesmo na coluna vertebral.
O impacto do movimento durante a marcha ou corrida pode ser reduzido até 50 por cento com o uso de ténis adequados, como ocorre com aqueles que possuem sistemas de amortecimento.
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Agarre este movimento!…
O automóvel é útil, eficaz, rápido em períodos de reduzido tráfego e confortável. Mas, sempre que puder, deixe o automóvel descansado e aproveite para ajudar o ambiente, poupar energia e zelar pela saúde. Porque não estacionar um pouco mais longe e fazer uma caminhada diária em dose dupla? Bastam 15 minutos.
Sempre que puder, troque o elevador pela escada: faz exercício e reduz o consumo de electricidade e as despesas de manutenção do equipamento…
Se for o caso, varra o quintal, passeie o cão, convide os amigos e faça um passeio ao fim-de-semana. Prefira a caminhada à corrida, a menos que esteja habituado ou lhe for mais agradável.
Não se esqueça de fazer alongamentos antes e depois de praticar desporto, porque os músculos agradecem; evite o abuso de pesos nas sessões de musculação.
Respeite sempre os seus limites e beba líquidos, hidrate-se numa espiral de movimento rumo aos bons momentos da vida.
A prática de exercício físico é fonte de saúde e bem-estar. Mas, como em tudo, sensibilidade e bom senso são recomendáveis. Praticar exercício reduz riscos de hipertensão e demais complicações cardiovasculares, minimiza os efeitos de doenças articulares crónicas, como a artrose, para além dos benefícios em termos de balanço calórico e perda/controlo de peso.
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