Cuidados com a pele: Banhos de sol q.b.
O protector solar é um dos melhores amigos da pele. Mas o seu uso deve ser complementando com outros cuidados (ver caixa) para que a pele desfrute dos benefícios da exposição solar, prevenindo os riscos para a saúde associados a uma exposição excessiva e desprotegida.
É que exibir um corpo “dourado” pode ser agradável, esteticamente falando, mas o melhor é exibir um corpo saudável.
CONSELHOS ÚTEIS
> Ingira líquidos, em especial água e sumos de fruta natural, mesmo sem sede;
> Evite as bebidas alcoólicas, gaseificadas ou muito açucaradas;
> Evite a exposição directa ao sol, sobretudo de bebés e crianças pequenas, idosos e indivíduos com doenças crónicas que sejam agravadas pela exposição solar como por exemplo o Lupus Eritematoso, a Rosácea, entre outras
> Opte por alimentos refrescantes e ricos em água;
> Use roupa leve, solta e resistente à passagem dos raios UV: no caso de cores claras, use tecidos de malha apertada como por exemplo a sarja,; para cores escuras a densidade dos tecidos pode ser menor;
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> Tenha atenção aos níveis de alerta emitidos;
> O sol é tão forte na praia como na piscina ou no campo. Em altitudes elevadas também é muito forte, por isso, os cuidados aplicam-se em todas estas circunstâncias;
> As áreas mais expostas podem sofrer agressão mais frequentemente, inclusive no dia-a-dia citadino. Nestas ocasiões, e se andar muito no exterior, proteja as zonas corporais mais expostas;
> Use chapéu-de-sol ou boné de abas largas, de modo a proteger o couro cabeludo, que também pode ser afectado pela radiação solar;
> Utilize óculos escuros com proteção UVA e UVB.
A pele ao longo dos anos
Durante os primeiros anos de vida, a espessura da pele é fina, tem pouca resistência, excelente capacidade de renovação e fraca adaptabilidade térmica. Nesta fase, as rugas de expressão estão ainda muito pouco presentes.
Na adolescência, surgem as primeiras pregas e rugas de expressão.
Nesta altura, a pele começa a ganhar espessura, elasticidade, gordura e impermeabilidade.
A “expressão” torna-se mais vincada e definida na idade adulta. As rugas acentuam-se e a pele começa a perder a oleosidade adquirida, mas sem perder a resistência.
Os sinais evidentes do envelhecimento aparecem na segunda metade da vida, sendo a pele a zona onde são mais evidentes. Torna-se mais seca e menos resistente. As rugas ficam mais vincadas, a permeabilidade e a capacidade de renovação diminuem.
A pele assume características diferentes ao longo das várias etapas da vida: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade. De facto, o maior órgão do corpo humano não deixa esconder a entrada numa idade mais avançada.
Afinal, as rugas falam por si, sendo uma consequência natural do passar dos anos mas também um sinal de envelhecimento da pele.
Existem dois conceitos a ter em conta no que se refere ao envelhecimento da pele: o cronológico e o ambiental. O primeiro está relacionado com a passagem dos anos. Já o envelhecimento ambiental, deve-se a factores exteriores, como o sol, o tabaco, o stress, o vento, a água, a poluição, alguns medicamentos e certas doenças.

