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Cabelos: Com queda para a… queda

28 Abril, 2010 0

Nas mulheres, os fios vão ficando mais finos e escassos em todo o couro cabeludo, ainda que a queda possa acentuar-se à frente, nos lados e no cocuruto. Raramente, contudo, há lugar a calvície.

Há ainda outro tipo – a alopécia areata, que tanto afecta homens como mulheres e até se declara em crianças.

Tudo começa com a ausência de cabelo numa mancha do couro cabeludo claramente circunscrita, mas à qual se vão seguindo rapidamente outras – são as chamadas peladas.

O que acontece é que os folículos capilares abrandam a sua produção, podendo não crescer cabelo durante meses ou até anos. Contudo, esses folículos mantêm-se vivos, necessitando apenas do estímulo certo para voltarem ao activo. Nalguns casos, a alopécia areata desencadeia a perda total do cabelo, com ou sem queda dos pêlos corporais.

Não se conhece exactamente a causa, considerando-se que se deve a uma doença auto-imune em que o corpo rejeita os folículos capilares como se lhe fossem alheios.

 

…e no tratamento

A alopécia não é propriamente uma doença, embora, por vezes, reflicta o estado de saúde do organismo. Certo é que pode ser causa de sofrimento, não físico mas psicológico, com impacto na auto-estima e até nas relações sociais.

E é, quase sempre, esse impacto emocional que desencadeia a procura de tratamento, estando disponíveis produtos que actuam sobre o couro cabeludo, estimulando a circulação sanguínea. O que acontece, ao nível dos folículos capilares, é que são activados, o que acelera o crescimento dos cabelos.

Na maioria dos casos, a alopécia é tratada com recurso a produtos de indicação farmacêutica – são champôs, loções e ampolas que se aplicam localmente, estando disponíveis em concentrações diferentes consoante se destinem a homens ou mulheres.

Uma outra alternativa obriga a receita médica, apresentando-se sob a forma de comprimidos destinados apenas ao tratamento da alopécia masculina e desaconselhados para mulheres, sobretudo em idade fértil.

Travar a queda do cabelo e estimular o seu crescimento é o objectivo dos tratamentos. Um objectivo que, no entanto, leva tempo a alcançar, pelo que se impõe paciência e persistência.

A eficácia depende da causa e da extensão da alopécia, bem como da resposta individual ao medicamento. É igualmente individual a decisão de avançar para o tratamento: tudo depende do impacto da queda do cabelo e do valor que se dá aos fios que emolduram o rosto. Há quem conviva bem com a falta de cabelo, há quem não prescinda de uma cabeleira farta. E até há quem diga que “é dos carecas que elas gostam mais”…

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Alimentar o cabelo

É um dado adquirido que a alimentação é um dos factores que mais influencia – pela positiva e pela negativa – o nosso estado de saúde.

No entanto no que respeita ao cabelo, não existe evidência segura que certos de alimentos possam ter um efeito positivo no crescimento de cabelo. Mas há ingredientes de uma dieta saudável que se pensa terem um impacto positivo para o couro cabeludo:

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