Sapinhos na boca

O risco também existe nos doentes diabéticos quando a doença não está controlada: a saliva pode conter elevados níveis de açúcar, o que encoraja o crescimento dos fungos.
Para estas pessoas, os riscos são acrescidos. Num doente com sida, os sintomas podem manifestar-se com severidade na boca e no esófago, tornando a deglutição difícil e dolorosa. Se a infecção alastrar para os intestinos pode impedir uma nutrição adequada.
Nos doentes oncológicos, a infecção pode espalhar-se a outras partes do corpo que não a boca, nomeadamente aos pulmões e fígado. Em qualquer uma das situações, o objectivo do tratamento é travar o crescimento dos fungos, envolvendo medicamentos antifúngicos. Prevenir é sempre possível, o que passa pela higiene oral, com visitas regulares ao dentista, e pela higiene alimentar, evitando os alimentos com açúcar e leveduras (estão, entre eles, o pão, a cerveja e o vinho), pois encorajam o crescimento de fungos.
E dado o risco de transmissão vertical, as mulheres que contraiam a infecção durante a gravidez devem tratá-la o mais cedo possível: assim previnem o contágio do bebé durante o parto.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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