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Acompanhamento especializado na gravidez e no nascimento

12 Dezembro, 2009 0

Segundo afirma “a primeira hora de vida do bebé é extremamente importante e complexa, porque é quando ele nos vai mostrar se já está ,ou não, preparado para a ter uma vida independente do útero materno”.

Reforça que a parceria entre a equipa de neonatologistas e obstetras é fundamental, até porque “se o bebé nascer prematuro ou com alguma deficiência, , a partilha de toda a informação decorrente do período de gestação permite ao neonatologista “receber o bebé de uma forma avisada, e mais eficaz”.

 

Avaliar a adaptação do recém-nascido

Sempre que um bebé nasce o neonatologista avalia de imediato as suas funções vitais , assegurando desde logo que a transição da “vida intra-uterina” para a vida extra-uterina se faz de forma adequada, e intervindo sempre que necessário.

Nos dois primeiros dias de vida, em que o bébé se mantém com a mãe na maternidade, os neonatologistas examinamno ” da cabeça aos pés”, avaliando as suas capacidades e o regular funcionamento dos diferentes órgãos, “desde o simples acto de mamar até ao mais sofisticado rastreio auditivo”, revela Pedro Silva, coordenador da Unidade de Neonatologia do Hospital dos Lusíadas. Este enfoque traduz-se numa maisvalia, a qual permite agilizar a intervenção precoce sempre que é detectado algum problema, frisa o especialista.

 

Tecnologia e muito carinho ao serviço do bem-estar do bebé

Segundo Pedro Silva, os recursos tecnológicos de que a Unidade de Neonatologia dispõe aliados ao carinho e humanização dos cuidados prestados ao bébé e à família por parte de médicos e enfermeiros da Unidade são factores determinantes para sucesso. . “Por exemplo, nas salas de parto existem mesas de reanimação neonatal que incluem um ventilador, pelo que se o bebé tiver dificuldade em começar a respirar, pode ser desde logo adequadamente assistido”, explica.

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Acrescenta que os cuidados com os bebés prematuros são também beneficiados pela existência de recursos tecnológicos de última geração. O especialista dá alguns exemplos: “as incubadoras, concebidas para tentar recriar o conforto do útero da mãe, o acompanhamento e envolvimento informado dos pais nos cuidados ao seu bebé, o registo permanente das funções vitais através de monitores adequados, a disponibilidade de ventiladores interactivos, mais adequados às patologias do recém-nascido e à sua necessidade de conforto ou a capacidade de realização do sofisticado estudo ecográfico do cérebro ou do coração sem que o bebé tenha de sair da incubadora, não lhe causando assim qualquer incómodo “.

 

Trabalho em equipa

António Fonseca reconhece os benefícios nas condições de trabalho, fruto da integração do Hospital dos Lusíadas num grupo privado de saúde com valências várias, principalmente, ao nível da subespecialização, interdisciplinaridade e equipamentos tecnológicos. Reforça a este respeito que “os hospitais privados não podem viver só de um núcleo fechado. As pessoas mais esclarecidas sabem que os médicos não dominam todos os conhecimentos mesmo na sua própria área, daí ser fundamental o trabalho em equipa em todas as especialidades, sobretudo, em áreas muito específicas como a da mama e uroginecologia”.

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