Alimentar a aprendizagem
O ideal era que as crianças fizessem um rastreio por volta dos cinco, seis anos, a idade em que iniciam a escolaridade, de modo a detectar e tratar precocemente qualquer deficiência visual ou auditiva.
Em relação à visão, há um conjunto de sinais a que convém estar atento. Assim, é conveniente ir ao oftalmologista se a criança:
• Tiver dores de cabeça com frequência mas sem explicação;
• Sentir enjoos quando tem de fixar a vista;
• Disser que vê imagens foscas, mal definidas ou a dobrar;
• Colocar os objectos demasiado perto ou demasiado longe dos olhos;
• Semicerrar os olhos para ver melhor;
• Perder depressa a concentração quando implica esforço visual;
• Escrever com letra muito grande ou muito oblíqua;
• Cometer erros ao copiar palavras (do quadro, por exemplo);
• Acompanhar sempre a leitura com o dedo;
• Saltar palavras quando lê;
• Esfregar muito os olhos, tiver os olhos vermelhos ou pestanejar muito.
No que respeita à audição, a identificação de um eventual défice é mais difícil, mas há alguns sinais indicativos.
Assim é se a criança:
• Ouvir televisão com o som muito alto ou muito próxima do aparelho;
• Responder apenas quando as pessoas falam à sua frente;
• Reagir a sons cuja origem consegue ver.
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