46,9% da população portuguesa infantil apresenta níveis de iodo abaixo do recomendado
«A profilaxia global, recentemente, decretada noutros países europeus, como a Itália e a Dinamarca, permitiria que as mulheres tivessem reservas de iodo suficientes para iniciarem a gravidez em condições que garantissem uma função tiroideia normal e beneficiaria o desenvolvimento das crianças com aporte de iodo inadequado.», acrescenta o coordenador.
O “Estudo do Aporte do Iodo em Portugal” em crianças em idade escolar foi desenvolvido pelo Grupo de Estudos da Tiróide da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) e teve a coordenação do Prof. Edward Limbert. Avaliou uma população de 3.679 crianças, de 78 escolas do continente (norte centro e sul, zonas costeiras e interiores) e 311 crianças de 40 escolas da Madeira. Um total de 3.990 crianças, com idades dos 6 e 12 anos e de ambos os sexos. O estudo contou com o apoio da Merck Serono, tanto no desenvolvimento, como na divulgação.
Sobre o Grupo de Estudos da Tiróide – SPEDM
O Grupo de Estudo da Tiróide (GET) da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM), criado em 1999, conta entre os seus membros com Endocrinologistas, Cirurgiões, Especialistas de Medicina Nuclear e Biologia Molecular. O GET tem desempenhado a sua actividade com o objectivo de divulgar as doenças da tiróide na população em geral e na comunidade médica, promover a formação pós-graduada, estimular a investigação na área, incentivar a colaboração entre os vários serviços de Endocrinologia nacionais, projectando a tiroidologia portuguesa no meio internacional.
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