Medicamentos e desejo sexual: Relações delicadas
Todavia, o facto de estas interacções estarem identificadas não significa que sejam inevitáveis. Ou irreversíveis. Significa apenas que são possíveis. E há que esperar para ver: numa pessoa podem afectar a libido, noutra podem não ter qualquer interferência. E mesmo que haja perturbações é possível actuar: por exemplo, mudando o medicamento, de modo a obter o mesmo resultado terapêutico sem o inconveniente da baixa de desejo sexual.
Fale com o seu farmacêutico: se o medicamento não requerer receita médica, ele pode aconselhar uma alternativa segura e eficaz; se for preciso receita, recomendará uma consulta para eventual ajuste do tratamento. De uma forma ou de outra, saiba que é possível lidar com as relações delicadas que se estabelecem entre os medicamentos e a sexualidade.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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