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Infecção cirúrgica – presente e futuro

27 Junho, 2005 0

A infecção em intervenções cirúrgicas é um problema grave e que deve ser evitado ao máximo. Tendo como pano de fundo a «Infecção cirúrgica – presente e futuro», teve lugar um simpósio multidisciplinar patrocinado pela Johnson & Johnson Medical, integrado no XXV Congresso Nacional de Cirurgia. Este evento decorreu no dia 8 de Março na Culturgest, em Lisboa, sendo moderado pela Dr.ª Elaine Pina, coordenadora do Programa Nacional de Controlo de Infecção.

O primeiro orador a ter a palavra foi o Dr. Carlos Santos, director de Serviço de Cirurgia Geral do Hospital de São Francisco Xavier. O palestrante fez referência à problemática da infecção, declarando que «ela pode ser resolvida, fundamentalmente, pela sua prevenção, mas também pelas situações em que há que escolher o antibiótico (AB) mais acertado para tratamento da infecção». Explicou também que, no Hospital de São Francisco Xavier, «é feita uma vigilância epidemiológica dos doentes, existindo perfeita articulação com a comissão de controlo de infecção hospitalar e é efectuado o tratamento das bacteriemias e da problemática da infecção da ferida operatória».

Seguiu-se a intervenção do Dr. Alexandre Lourenço, do Serviço de Ginecologia do Hospital de Santa Maria. O orador salientou que «em cirurgia do foro da ginecologia e obstetrícia, as que têm uma incidência de infecção mais significativa são a Cirurgia do trabalho de parto, (parto vaginal e cesariana) e as cirurgias ginecológicas por via vaginal devido ao ambiente microbacteriológico vulvo-vaginal ser muito conspurcado.. Nestes casos, há uma grande probabilidade de ocorrer infecção e é fulcral que assim não aconteça». Salientou ainda que, no caso das cirurgias ginecológicas «cada vez mais a tendência é a de deslocar o nosso tipo de cirurgia para a laparoscopia e para as cirurgias minimamente invasivas e conservadoras».

Continuou o Dr. Ricardo Varatojo, do Serviço de Ortopedia do Hospital Cuf Descobertas, que destacou que «a cirurgia ortopédica é a cirurgia mais susceptível aos processos infecciosos. Para impedir a ocorrência de infecção, é necessário fazer profilaxia antibiótica, investigar a existência de focos infecciosos à distância, além de que tempo operatório deve ser curto».

O último convidado nacional foi o Dr. Miguel Andrade, cirurgião plástico do Hospital de Egas Moniz, que fez incidir a sua comunicação sobre a parte da cirurgia reconstrutiva. Frisou que «a cirurgia plástica interage com várias especialidades cirurgias, nomeadamente a neurocirurgia, oftalmologia, otorrinolaringologia e ortopedia. Por tal facto, evitar a infecção é um ponto fundamental para o sucesso da intervenção, dado que em muitos casos existe uma grande destruição de tecidos e envolvimento de várias cavidades, estruturas e orgãos».

O primeiro orador a ter a palavra foi o Dr. Carlos Santos, director de Serviço de Cirurgia Geral do Hospital de São Francisco Xavier. O palestrante fez referência à problemática da infecção, declarando que «ela pode ser resolvida, fundamentalmente, pela sua prevenção, mas também pelas situações em que há que escolher o antibiótico (AB) mais acertado para tratamento da infecção». Explicou também que, no Hospital de São Francisco Xavier, «é feita uma vigilância epidemiológica dos doentes, existindo perfeita articulação com a comissão de controlo de infecção hospitalar e é efectuado o tratamento das bacteriemias e da problemática da infecção da ferida operatória».

Seguiu-se a intervenção do Dr. Alexandre Lourenço, do Serviço de Ginecologia do Hospital de Santa Maria. O orador salientou que «em cirurgia do foro da ginecologia e obstetrícia, as que têm uma incidência de infecção mais significativa são a Cirurgia do trabalho de parto, (parto vaginal e cesariana) e as cirurgias ginecológicas por via vaginal devido ao ambiente microbacteriológico vulvo-vaginal ser muito conspurcado.. Nestes casos, há uma grande probabilidade de ocorrer infecção e é fulcral que assim não aconteça». Salientou ainda que, no caso das cirurgias ginecológicas «cada vez mais a tendência é a de deslocar o nosso tipo de cirurgia para a laparoscopia e para as cirurgias minimamente invasivas e conservadoras».

Continuou o Dr. Ricardo Varatojo, do Serviço de Ortopedia do Hospital Cuf Descobertas, que destacou que «a cirurgia ortopédica é a cirurgia mais susceptível aos processos infecciosos. Para impedir a ocorrência de infecção, é necessário fazer profilaxia antibiótica, investigar a existência de focos infecciosos à distância, além de que tempo operatório deve ser curto».

O último convidado nacional foi o Dr. Miguel Andrade, cirurgião plástico do Hospital de Egas Moniz, que fez incidir a sua comunicação sobre a parte da cirurgia reconstrutiva. Frisou que «a cirurgia plástica interage com várias especialidades cirurgias, nomeadamente a neurocirurgia, oftalmologia, otorrinolaringologia e ortopedia. Por tal facto, evitar a infecção é um ponto fundamental para o sucesso da intervenção, dado que em muitos casos existe uma grande destruição de tecidos e envolvimento de várias cavidades, estruturas e orgãos».

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