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Hospital de Santo António opera doente com distonia

16 Abril, 2009 0

Foi esta semana realizada, pela primeira vez no Hospital de Santo António no Porto, uma cirurgia de estimulação cerebral profunda a uma doente que sofre de distonia, uma das disfunções de movimento mais graves e que afecta cerca de 80 mil pacientes na Europa.

Segundo o neurologista do Hospital de Santo António, Alexandre Mendes, “este tipo de cirurgia possibilita melhorar consideravelmente a qualidade de vida dos doentes que sofrem de distonia, designadamente doentes com tipos de distonia, incapacitantes e sem melhoria com a terapêutica medicamentosa. A doente sujeita a esta cirurgia, que ronda os 40 anos, tem marcada dificuldade em realizar actividades do quotidiano como por exemplo comer ou beber, e muitas dificuldades nas tarefas profissionais, que esperamos poder melhorar de forma significativa com esta cirurgia”.

A cirurgia consiste na implantação de um dispositivo neuroestimulador que permite a estimulação eléctrica de estruturas bem definidas do cérebro. Para o tratamento da distonia são estimulados os núcleos que se localizam numa zona profunda de cada um dos hemisférios cerebrais e que participam no controlo da função motora.

A distonia é uma doença que se caracteriza por contracções musculares involuntárias que levam a movimentos e posições anormais de determinadas partes do corpo, frequentemente dolorosas. Pode afectar qualquer parte do corpo incluindo pernas, braços, tronco, pescoço, face e cordas vocais. Algumas das formas de distonia são muito incapacitantes, podendo tornar o doente dependente de ajuda para as actividades diárias, podendo não beneficiar com a terapêutica medicamentosa.

Segundo o neurologista do Hospital de Santo António, Alexandre Mendes, “este tipo de cirurgia possibilita melhorar consideravelmente a qualidade de vida dos doentes que sofrem de distonia, designadamente doentes com tipos de distonia, incapacitantes e sem melhoria com a terapêutica medicamentosa. A doente sujeita a esta cirurgia, que ronda os 40 anos, tem marcada dificuldade em realizar actividades do quotidiano como por exemplo comer ou beber, e muitas dificuldades nas tarefas profissionais, que esperamos poder melhorar de forma significativa com esta cirurgia”.

A cirurgia consiste na implantação de um dispositivo neuroestimulador que permite a estimulação eléctrica de estruturas bem definidas do cérebro. Para o tratamento da distonia são estimulados os núcleos que se localizam numa zona profunda de cada um dos hemisférios cerebrais e que participam no controlo da função motora.

A distonia é uma doença que se caracteriza por contracções musculares involuntárias que levam a movimentos e posições anormais de determinadas partes do corpo, frequentemente dolorosas. Pode afectar qualquer parte do corpo incluindo pernas, braços, tronco, pescoço, face e cordas vocais. Algumas das formas de distonia são muito incapacitantes, podendo tornar o doente dependente de ajuda para as actividades diárias, podendo não beneficiar com a terapêutica medicamentosa.

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