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Evite o lado menos bom do Sol

11 Outubro, 2011 0

Afinal, as características referidas anteriormente são sinónimo de alerta, sendo que normalmente, os sinais simétricos, redondos, de cor uniforme e inferiores a 6 milímetros não envolvem riscos maiores. Caso contrário, é melhor dissipar dúvidas consultando um médico, porque nem todas as alterações conduzem necessariamente ao pior diagnóstico.

Um melanoma pode desenvolver-se em qualquer parte do corpo, mas parecem existir algumas diferenças entre sexos. Assim, nos homens a mutação celular acontece geralmente ao nível do tronco, da cabeça e do pescoço, enquanto nas mulheres ocorre com mais frequência nos braços, pernas e na face.

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Dúvida? Acção!

Quanto mais precoce for o diagnóstico de um melanoma, maior a probabilidade de sucesso do trata mento. É que se a doença não for tratada na sua fase mais inicial, há um grave risco de metastizar, estendendo-se a outros órgãos. Nesta altura, a probabilidade de remissão pode ser já muito reduzida, ao contrário do que acontece quando o tempo joga a favor do doente.

À mínima suspeita, mesmo que resulte infundada, há que procurar quem sabe. Uma biópsia à lesão cutânea permite encontrar as respostas que se impõem: trata-se da análise laboratorial de um pequeno fragmento da pele lesionada para detectar eventuais células malignas.

No caso de um diagnóstico positivo, o tratamento deverá ser imediato, envolvendo, quase sempre, uma intervenção cirúrgica para remover o tumor. Mas nas situações que já passaram à metastização, a quimioterapia e/ou radioterapia são tratamentos inevitáveis.

 

Factores de risco

• Sinais: o risco é superior em pessoas com um grande número de sinais. Mais de 50 sinais no corpo aumenta o risco de desenvolver melanoma.

• Pele clara: o melanoma ocorre com maior frequência em pessoas com pele clara, que “fazem” sardas com facilidade e geralmente com cabelo ruivo e olhos azuis, do que nas pessoas com pele escura.

• História anterior de melanoma ou cancro da pele: as pessoas que já foram tratadas a um melanoma apresentam risco mais elevado de ter um segundo melanoma. Algumas pessoas desenvolvem mais de dois melanomas.

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• História familiar de melanoma: cerca de 10% de todas as pessoas com melanoma têm um membro da família com a doença. Nestas famílias, todos os membros devem ser vistos regularmente por um médico.

• Sistema imunitário fragilizado: pessoas cujo sistema imunitário está enfraquecido por certos tumores, medicamentos utilizados após um transplante ou HIV, têm risco aumentado de desenvolver melanoma.

• Queimaduras solares graves: uma pessoa que tenha tido uma queimadura solar grave, com formação de bolhas, quando criança ou adolescente, tem risco aumentado de melanoma. Por isso é tão importante os pais protegerem a pele das crianças, porque esse cuidado pode reduzir o risco de melanoma, mais tarde na vida.

• Radiação UV: o melanoma é mais comum em zonas com grande incidência de radiação ultra-violeta, indutora de um envelhecimento precoce da pele e que pode desenvolver melanoma. As fontes artificiais de radiação UV , como lâmpadas solares e solários, também podem provocar danos na pele e aumentar o risco de melanoma, pelo que devem ser evitadas.

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