É necessário um plano de rastreio nacional intensivo e eficaz na área das infecções ginecológicas
Entre 30 de Maio e 03 de Junho decorrerá, no Centro de Congressos de Aveiro, o XI Congresso Português de Ginecologia. Com mais uma edição deste evento, a sua Comissão Executiva, presidida pelo Prof. José Martinez de Oliveira, pretende a troca de experiências e perspectivas de planos de trabalho entre os mais de 600 especialistas que irão estar presentes.
Apesar de, segundo a organização do Congresso, o ramo da Ginecologia atravessar um momento alto em Portugal, existem ainda algumas áreas nas quais se evidenciam certas falhas, nomeadamente nas infecções sexualmente transmissíveis. “Esta é uma área que carece de maior visibilidade em termos nacionais e onde se nota a ausência de um plano organizado que contemple, por exemplo, um rastreio intensivo e eficaz”, refere José Martinez de Oliveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. De acordo com este especialista a lacuna incide na ausência de uma “visão mais global relativamente às infecções, já que grande parte do investimento feito se direcciona exclusivamente para o VIH”.
Das várias conferências que integram o programa deste Congresso pode ser referida a do Prof. João Luís Silva Carvalho, anterior presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, onde vão ser apresentadas as mais recentes actualizações sobre a caracterização da infertilidade no nosso país. O objectivo desta conferência é proporcionar um maior conhecimento sobre uma realidade até aqui pouco conhecida e investigada em Portugal.
Cancro da mama, cancro do colo do útero, incontinência urinária e aconselhamento genético são alguns dos outros temas que serão abordados neste encontro científico. Nos dias 30 e 31 de Maio decorrerão ainda cinco cursos pré-congresso nos quais os congressistas poderão participar, sendo eles: Ginecologia Oncológica; Colposcopia e Patologia do Tracto Genital Inferior; Endoscopia Ginecológica; Uroginecologia e Ginecologia Endócrina.
Apesar de, segundo a organização do Congresso, o ramo da Ginecologia atravessar um momento alto em Portugal, existem ainda algumas áreas nas quais se evidenciam certas falhas, nomeadamente nas infecções sexualmente transmissíveis. “Esta é uma área que carece de maior visibilidade em termos nacionais e onde se nota a ausência de um plano organizado que contemple, por exemplo, um rastreio intensivo e eficaz”, refere José Martinez de Oliveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. De acordo com este especialista a lacuna incide na ausência de uma “visão mais global relativamente às infecções, já que grande parte do investimento feito se direcciona exclusivamente para o VIH“.
Das várias conferências que integram o programa deste Congresso pode ser referida a do Prof. João Luís Silva Carvalho, anterior presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, onde vão ser apresentadas as mais recentes actualizações sobre a caracterização da infertilidade no nosso país. O objectivo desta conferência é proporcionar um maior conhecimento sobre uma realidade até aqui pouco conhecida e investigada em Portugal.
Cancro da mama, cancro do colo do útero, incontinência urinária e aconselhamento genético são alguns dos outros temas que serão abordados neste encontro científico. Nos dias 30 e 31 de Maio decorrerão ainda cinco cursos pré-congresso nos quais os congressistas poderão participar, sendo eles: Ginecologia Oncológica; Colposcopia e Patologia do Tracto Genital Inferior; Endoscopia Ginecológica; Uroginecologia e Ginecologia Endócrina.
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