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Doenças sexualmente transmissíveis: Dessa água não beberei

30 Março, 2014 0

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Prioridade à prevenção

Consultar um médico é a medida a tomar perante esta sintomatologia, porque as consequências podem ser gravosas: a infecção por clamídia pode causar infertilidade nas mulheres, o vírus do papiloma humano pode evoluir para cancro do colo do útero ou do pénis, a sífilis pode conduzir a paralisia, a problemas mentais e mesmo a danos cardíacos.

No caso da SIDA, esta continua a ser uma importante causa de morte, apesar dos passos científicos já dados na procura de um tratamento eficaz.

Nos casos em que os exames confirmam o diagnóstico, é fundamental detectar de que tipo de doença se trata, até porque podem ocorrer infecções paralelas.

Também o(s) parceiro(s) sexual(ais) deve(m) realizar testes e, eventualmente, tratar-se.

Para as doenças curáveis, como a infecção por clamídia, gonorreia ou sífilis, os antibióticos estão na linha da frente de combate, com os sintomas a desacelerarem em poucos dias, sendo conveniente, na maioria dos casos, a abstinência sexual até à conclusão do tratamento. Já as DST não curáveis obrigam a abordagens particulares. Se a infecção for causada pelo vírus
herpes simplex, o tratamento pode incluir fármacos que permitem o alívio dos sintomas. As verrugas genitais podem ser eliminadas com a ajuda de medicamentos tópicos (de aplicação local) ou recorrendo à crioterapia (terapia através do frio), sendo que as maiores podem ter de ser removidas cirurgicamente.

A mais grave de todas as DST não curáveis, a infecção pelo VIH/SIDA, pode ser tratada por uma terapêutica anti-retroviral que tem demonstrado uma eficácia razoável ao longo dos anos, com uma redução da taxa de mortalidade associada à doença e aumento da sobrevida.

Em todos os casos, o tratamento deve ser complementado por medidas preventivas, ou seja, a prática de sexo seguro, utilizando sempre o preservativo.

Esses cuidados devem envolver igualmente a partilha de informação e comunicação com o(s) parceiro(s) mais recente(s) para que possam despistar-se eventuais DST . Por mais difícil que seja, é a atitude correcta para evitar futuros contágios. O Verão é a época do ano em que as viagens de férias podem potenciar novos conhecimentos e novas aventuras sexuais.

Na bagagem, o preservativo impõe-se.

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