Cirurgia minimamente invasiva permite reduzir custos e impacto no doente - Médicos de Portugal

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Cirurgia minimamente invasiva permite reduzir custos e impacto no doente

20 Maio, 2009 0

Apesar de uma evolução constante, os especialistas defendem que ainda existem muitas resistências ao desenvolvimento de práticas minimamente invasivas nos hospitais públicos portugueses.

O 2º Congresso da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Minimamente Invasiva, que se inicia no dia 22 de Maio, pretende acentuar as vantagens destes procedimentos, bem como divulgar as tecnologias mais avançadas nesta área.

“Portugal continua atrasado na generalização dos procedimentos minimamente invasivas”, denuncia Novo de Matos, presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Minimamente Invasiva (SPCMIN), cujo segundo congresso se inicia no próximo dia 22 de Maio na Universidade do Minho, em Braga.

De acordo com o especialista, “o boom que se verificou nos últimos anos no alargamento destas práticas é ainda insuficiente”, facto que Novo de Matos justifica com “uma estrutura conceptual demasiado conservadora” na cirurgia em geral. O cirurgião revela ainda que “existem hospitais que dispõe da tecnologia mas que não executam os procedimentos”.

Para o presidente da SPCMIN, as vantagens da cirurgia minimamente invasivas são mais do que justificáveis, uma vez que estas técnicas, como por exemplo, a laparoscopia, “reduzem a agressão no doente, maximizam o tratamento, diminuem a dor e têm menores repercussões económicas”.

Menos custos porque “o doente pode ter alta mais cedo, ter menos complicações pós-operatórias e também se reduzem custos pelo facto da própria intervenção implicar uma menor utilização de recursos humanos”.

O 2º Congresso da SPCMIN, que irá reunir mais de 400 participantes, nacionais e estrangeiros, provenientes de nove especialidades diferentes, terá como principal novidade o treino em realidade virtual de cirurgia laparoscópica, através de uma dezena de simuladores que vão estar disponíveis no espaço público do congresso.

Para além desta componente prática, o evento irá abordar os mais diferentes temas relacionados com a cirurgia minimamente invasiva, como por exemplo a técnica de incisão única através da cicatriz umbilical.

O congresso irá decorrer na Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho nos dias 22 e 23 de Maio, havendo lugar para dois cursos práticos de experimentação animal, relacionados com a laparoscopia em Urologia e a Cirurgia Geral Laparoscópica.

Mais informações em www.spcmin.pt

 

Faça o download do programa [Documento associado.pdf]

O 2º Congresso da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Minimamente Invasiva, que se inicia no dia 22 de Maio, pretende acentuar as vantagens destes procedimentos, bem como divulgar as tecnologias mais avançadas nesta área.

“Portugal continua atrasado na generalização dos procedimentos minimamente invasivas”, denuncia Novo de Matos, presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Minimamente Invasiva (SPCMIN), cujo segundo congresso se inicia no próximo dia 22 de Maio na Universidade do Minho, em Braga.

De acordo com o especialista, “o boom que se verificou nos últimos anos no alargamento destas práticas é ainda insuficiente”, facto que Novo de Matos justifica com “uma estrutura conceptual demasiado conservadora” na cirurgia em geral. O cirurgião revela ainda que “existem hospitais que dispõe da tecnologia mas que não executam os procedimentos”.

Para o presidente da SPCMIN, as vantagens da cirurgia minimamente invasivas são mais do que justificáveis, uma vez que estas técnicas, como por exemplo, a laparoscopia, “reduzem a agressão no doente, maximizam o tratamento, diminuem a dor e têm menores repercussões económicas”.

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