Atenção ao perímetro!
Existentes nas paredes celulares de bactérias, fungos, leveduras, algas e alguns cereais, exercem acção anti-inflamatória, sendo ainda benéficos na normalização dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) e dos níveis de colesterol e triglicerídeos.
Estão disponíveis em suplementos alimentares, em alguns deles combinados com extractos de plantas, como a alcachofra e o alcaçuz, contribuindo para regular o processo digestivo e melhorar a capacidade do organismo para eliminar resíduos indesejáveis.
Porém, como se trata de um produto de saúde, é importante que seja usado apenas com aconselhamento profissional, nomeadamente do seu farmacêutico.
Na prática, a gordura abdominal significa que há excesso de gordura dentro e em redor de órgãos internos, o que a torna mais perigosa para a saúde do que a gordura mais superficial.
Quando se fala em excesso de peso e obesidade, há um indicador que salta à vista – o peso, claro. Um segundo indicador começa a ser cada vez mais utilizado e muitos de nós já o conhecemos – o Índice de Massa Corporal (IMC), que constitui uma relação entre o peso e a altura.
Há ainda um terceiro indicador que é importante para perceber se se está em risco de excesso de peso ou não: trata-se do perímetro abdominal. Esta medida permite quantificar o volume de gordura abdominal.
E porque é importante conhecer o volume de gordura abdominal? Actualmente é tão importante saber qual o grau de excesso de peso, como a forma como a gordura se distribui.
E quando ela se concentra na região abdominal constitui um risco acrescido para o desenvolvimento de complicações associadas ao peso a mais ou à obesidade.
A distribuição da gordura no corpo pode ser classificada em dois tipos: o ginóide, em que a gordura se concentra sobretudo na região das ancas e das nádegas, dando ao corpo a forma de uma pêra, e o andróide, que se caracteriza pela acumulação de gordura na região abdominal, o que confere ao corpo a forma de uma maçã.
O primeiro tipo é mais frequente nas mulheres e o segundo nos homens, o que, à partida, poderá levar a assumir que homens e mulheres são diferentes no que toca à distribuição da gordura. E são. Mas cada vez mais as mulheres se deparam com o problema da concentração abdominal de gordura, o que torna esta questão comum aos dois géneros.
A gordura abdominal constitui um factor de risco da chamada síndrome metabólica: trata-se de um conjunto de doenças cardiovasculares e metabólicas, incluindo hipertensão, diabetes, excesso de colesterol e de triglicerídeos.
Na prática, a gordura abdominal significa que há excesso de gordura dentro e em redor de órgãos internos, o que a torna mais perigosa para a saúde do que a gordura mais superficial.
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E é através do perímetro abdominal que se consegue fazer uma primeira avaliação da dimensão deste problema: o que se faz é medir a circunferência da cintura, que nos homens não deve exceder os 94 centímetros e nas mulheres os 80 centímetros.

