Álcool & pâncreas: Relações perigosas - Página 3 de 3 - Médicos de Portugal

A carregar...

Álcool & pâncreas: Relações perigosas

22 Fevereiro, 2010 0

Outras possibilidades são a formação de quistos e abcessos. Um risco significativo é o de insuficiência respiratória: é que as alterações químicas no organismo podem afectar a função pulmonar, fazendo com que o oxigénio no sangue desça para níveis perigosos.

Pode haver também insuficiência renal. Potencialmente fatal é o choque, resultante da descida da pressão arterial a um nível tal que os órgãos ficam incapazes de desempenhar as suas tarefas.

A estas complicações juntam-se outras na pancreatite crónica, nomeadamente a possibilidade de formação de pseudo-quisto (acumulação de fluido pancreático em ducto obstruído) que acontece em 25 por cento dos casos.

Desnutrição e perda de peso são problemas reais, na medida em que a falta de enzimas digestivas afecta a absorção dos nutrientes.

No mesmo campo situa-se a diabetes, uma consequência possível das lesões nas células produtoras de insulina. O cancro do pâncreas é mais frequente nos doentes com pancreatite crónica.

O pâncreas é uma glândula vital para o funcionamento do corpo humano, desempenhando funções essenciais para a digestão e o metabolismo. Os danos nele produzidos podem, em última instância, ser fatais, pelo que mais vale prevenir.

 

Reduzir o risco

Nem sempre é possível prevenir a pancreatite, mas é possível reduzir o risco:

• Evitando o consumo excessivo de álcool – o álcool é a principal causa da pancreatite crónica;

• Limitando a ingestão de gorduras – uma dieta rica em gorduras pode aumentar o risco de formação de cálculos;

• Deixando de fumar – o tabaco aumenta o risco, sobretudo se associado ao álcool.

FARMÁCIA SAÚDE

www.anf.pt

Páginas: 1 2 3

ÁREA RESERVADA

|

Destina-se aos profissionais de saúde

Informações de Saúde

Siga-nos

Copyright 2017 Médicos de Portugal por digital connection. Todos os direitos reservados.