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Verão, dietas & bom senso

17 Junho, 2013 0

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Outra regra de ouro é comer com calma. Mastigar bem cada garfada, cada dentada, saboreando os alimentos, sem pressa de os atirar para o estômago. E só quando eles lá chegarem deve ser levada à boca a dose seguinte. Para não se correr o risco de comer demais: é que existe um intervalo de tempo razoável entre o momento em que o estômago acolhe os alimentos e o momento em que o cérebro recebe essa informação; durante esse tempo ainda não nos sentimos saciados e vamos comendo, até que, quando o cérebro nos dá ordem para parar, o mais provável é já termos abusado.

Outra regra de ouro é comer apenas pelas razões certas: nada de comer apenas porque “está na hora” e muito menos sob a influência do estado de espírito – quando se está triste ou ansioso deve fugir-se dos alimentos….

Uma boa amiga das dietas é a água: litro e meio a dois litros por dia, um copo ou dois antes de cada refeição (para enganar a fome nem que seja por pouco tempo). A água tem a grande vantagem de não ter calorias, além de contribuir para hidratar o corpo e eliminar toxinas.

Para optimizar os resultados, não há dieta que dispense exercício físico. Não se trata da prática desenfreada de desporto, desaconselhada num corpo habituado a uma vida sedentária. Trata-se, sim, de escolher uma actividade que permita queimar calorias, sem estimular o apetite mas também sem exigir um esforço desgastante. Caminhar, andar de bicicleta – o importante é pôr o corpo a mexer, para que gradualmente omúsculo ocupe o lugar das gorduras indesejadas. Com outras vantagens: o corpo ganha flexibilidade e resistência.

Em suma, ganha em saúde. Perder peso não é um combate ganho à partida. É um combate que se ganha batalha após batalha. Com esforço e paciência, proporcionará um corpo mais forte e saudável. E digno de desfilar em qualquer praia, se esse for um dos objectivos. Este Verão e nos próximos. Porque este combate se ganha também nos bastidores: isto é, impedindo o regresso dos quilos perdidos.

 

Suplementos, sim ou não?

Muitos dos produtos concebidos para ajudar a perder peso enquadram-se na categoria de suplementos alimentares. Uns são adelgaçantes, outros dirigem-se mais ao combate à celulite, há os que promovem a eliminação de líquidos (são diuréticos) e os que têm propriedades digestivas.

De acordo com o modo de funcionamento no organismo, há suplementos que aceleram o processo de transformação das gorduras e dos hidratos de carbono, com isso favorecendo a eliminação do tecido gordo, e há suplementosque actuam sobre a digestão e o apetite.

São estes últimos os mais procurados nesta altura, apresentando na sua composição substâncias naturais como o chá verde, a papaia, o ananás, o guaraná e o ácido linoleico conjugado (CLA): todas elas promovem o desgaste de calorias e combatem a retenção de líquidos.

Apesar de feitas à base de matérias-primas naturais, isso não significa que sejam 100% seguros e que possam ser tomados por qualquer pessoa em todas as circunstâncias. Tal como os medicamentos implicam sempre riscos, podendo provocar efeitos secundários.

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