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Rejuvenescimento: Investigação em nome da longevidade

2 Março, 2010 0

No mundo actual, os factores genéticos são cada vez mais reconhecidos pelos cientistas como determinantes para se alcançar, ou não, a saúde e a longevidade. É por isso que a investigação nutrigenética, hormonal e ortomolecular procura determinar quais as alterações que podem originar insuficiências, desequilíbrios orgânicos e doenças graves existentes no corpo humano, para aferir como se pode aumentar a esperança de vida dos indivíduos.

A idade real é a idade biológica do corpo, baseada no estilo de vida, genética e historial clínico. Dependendo da forma como cuidamos de nós, a idade real pode ser superior ou inferior ao que o calendário marca.

O avanço dos conhecimentos da ciência cada vez mais demonstram que determinadas opções, na forma de gerir a saúde pela nutrição, podem atrasar e inverter o processo de envelhecimento. Até mesmo as decisões tomadas tarde na vida podem fazer a diferença.

As novas descobertas do Genoma Humano permitem a entrada numa nova era preventiva onde a genética consegue antecipar e estimar o risco do ser humano de desenvolver determinadas patologias no decurso da sua vida, incluindo vários tipos de cancro.

A detecção em devido tempo destas alterações permite uma planificação eficiente para ultrapassar essas limitações e conseguir atingir a longevidade tão desejável.

 

Fases do envelhecimento biológico

O processo de envelhecimento biológico processa-se ao longo de três fases. A primeira fase ocorre entre os 30 e os 45 anos, quando essas alterações ainda não têm grandes manifestações clínicas. Aparecem já algumas rugas, o aumento do abdómen, alguns cabelos brancos e até podem surgir algumas disfunções orgânicas.

A segunda processa-se entre os 45 e os 65 anos, altura em que surge o maior número de doenças degenerativas crónicas. A terceira fase surge após os 65 anos, idade a partir da qual aparece a maioria das características de envelhecimento.

Com o avanço da idade, ocorre a falência do sistema antioxidante orgânico, surgindo então a necessidade imperiosa de uma orientação em Nutrição Ortomolecular para a devida reposição. Um Check-up Ortomolecular constitui um conjunto de diagnóstico, sustentado em vários exames inovadores, entre os quais o Perfil Vitamínico, o Mineralograma, a Pesquisa de Metais Tóxicos e o Perfil Alérgico-Alimentar, com vista ao equilíbrio das moléculas do organismo e à reabilitação celular, a balança essencial da saúde e da sua preservação. Na posse dos resultados obtidos com esses exames, é prescrito um programa nutricional personalizado que ajudará cada pessoa a viver mais anos com maior qualidade de vida.

 

Diagnóstico dos desequilíbrios e insuficiências do organismo

O conceito de Nutrição Ortomolecular visa restabelecer a concentração óptima de nutrientes e micronutrientes nas células, ao nível de vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais, enzimas e hormonas fundamentais e imprescindíveis ao equilíbrio do organismo. Só estabelecido este equilíbrio é possível existir saúde e prevenir doenças, pelo que a reposição desta estabilidade celular é essencial até para optimizar qualquer tratamento médico convencional.

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É um facto que na doença há um estado de alteração da composição bioquímica do organismo, tal como é plausível dizer-se que um desequilíbrio bioquímico pode conduzir à doença. Com base nesta premissa, os especialistas da área pretendem corrigir os desequilíbrios existentes ao nível molecular, fazendo jus à explicação do químico norte-americano Linus Pauling, considerado o “pai” da Teoria Ortomolecular, que referia que “o adjectivo ortomolecular é usado para expressar a ideia das moléculas correctas na concentração correcta”.

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