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Medicamentos antiepilépticos podem tratar 70 a 80% dos casos

21 Março, 2007 0

Devido à falta de informação que existe em relação a esta doença, a EPI está a preparar uma actividade de formação nas escolas, que são dos lugares que mais preocupam os pais que têm crianças com epilepsia.

De acordo com o presidente da Associação, «a ideia é convidar as escolas para receberem formação da nossa parte, com o objectivo de aprenderem a lidar com pessoas que têm epilepsia.

Eventualmente, também poderá ser possível integrar essas escolas numa lista, a ser consultada pelos nossos sócios, no sentido de verificarem quais os estabelecimentos de ensino que estão aptos a dar resposta a estes casos. A formação nas escolas deverá ter início, agora em 2007, em Lisboa, sob o conceito de “Escola Amiga da EPI”».

Ainda dentro da formação, há igualmente a necessidade de preparar a sociedade em geral para receber as pessoas com epilepsia. Mas o inverso também é fundamental.

«Também temos de preparar os doentes para estarem em sociedade, sendo essencial um apoio na integração. O que se nota é que as próprias pessoas que têm epilepsia têm alguma dificuldade em compreender a doença.»

Neste sentido, a EPI está a preparar uma acção que permita ajudar os doentes a conhecer a sua própria doença, limitações, saber como viver e tratar dela no dia-a-dia.

«Este é um serviço que vamos prestar aos nossos sócios, estendendo também ao resto da população que queira participar.»

Outro projecto está relacionado com um Centro de Atendimento.

«Há muitos doentes que recorrem às consultas do Serviço Nacional de Saúde para ir buscar as receitas dos medicamentos, ou porque psicologicamente estão um pouco instáveis, e outras razões mais. Aproveitando o nosso conhecimento, estamos a pensar em criar um Centro de Atendimento, em Lisboa, Coimbra e Porto, de forma a fazer o encaminhamento e até solucionar alguns casos», explica Nelson Ruão, concluindo:

«Estamos ainda a criar uma rede de delegados regionais, pessoas voluntárias que, residindo fora dos grandes centros urbanos, Lisboa, Coimbra e Porto, queiram ajudar a EPI a estar mais perto das populações, transmitindo a nossa mensagem e ouvindo as suas carências. Em suma, pessoas que sirvam de ponte entre os epicentros e os locais mais afastados do nosso País. Quem estiver interessado é só contactar os epicentros.»

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