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O exercício aliado à saúde e ao bem-estar

A importância da prática do exercício físico no quadro da saúde e do bem-estar tem vindo a ser reforçada nos últimos anos, tanto na dimensão de lazer e divertimento, como na vertente de prevenção e tratamento de algumas patologias, algumas delas cada vez mais prevalecentes nas sociedades ocidentais.

Deverá uma doente com osteoporose praticar uma modalidade desportiva como o Judo, colocando em risco os seus frágeis ossos?

Será seguro, para uma mulher com doença vascular periférica, fazer sauna, sabendo que o calor pode dilatar as suas veias, aumentando a probabilidade de uma complicação grave?

Pois bem, é certo que o exercício faz bem à saúde, no entanto, é preciso praticá-lo de forma segura e eficaz para que o efeito não seja o oposto ao desejado.

«O exercício pode ser feito com o objectivo de prevenir o aparecimento de determinadas doenças, mas está também indicado como tratamento para pessoas que já desenvolveram algumas dessas patologias, contribuindo assim para evitar o agravamento dos problemas», afirma o Dr. Paulo Rocha, director do Instituto de Exercício e Saúde.

«Quando a actividade física informal ou o exercício surgem como parte integrante do tratamento para uma patologia é fundamental a existência de uma sintonia entre os diferentes profissionais da saúde para que o exercício possa ser realizado de forma segura e eficaz», continua.

Foi precisamente com o intuito de estreitar a comunicação entre as áreas da saúde e do exercício que, há cerca de cinco anos, foi criado o Instituto de Exercício e Saúde – IES.

«O nosso objectivo inicial foi preencher as lacunas na área da formação científica numa zona de interface entre a medicina, o exercício, a saúde e a nutrição», afirma o director do Instituto.

Neste contexto o IES tem vindo, ao longo da sua actividade, a desenvolver formações especializadas para públicos alvos diferentes que têm em comum o exercício como um dos meios de melhorar a saúde e o bem-estar da população portuguesa.

«O primeiro curso de formação especializada que desenvolvemos foi na área da fisiologia do exercício, a que vulgarmente as pessoas chamam de treino personalizado, e foi dirigido a profissionais com uma formação de base mais avançada.

Esta formação surgiu no sentido de dar instrumentos e estratégias de acção para a elaboração de programas de exercício estruturados e adaptados às características de diferentes tipos de pessoas, salientando-se neste quadro a obesidade, as doenças cardiovasculares, a diabetes mellitus ou as doenças do foro reumatológico, como por exemplo a artrite e a osteoporose», esclarece Paulo Rocha.

Exercício na gravidez

Até aqui a actividade física desenvolvida para mulheres grávidas estava muito centralizada na preparação restrita para o parto, no entanto, segundo Paulo Rocha «cada vez mais as mães jovens estão a fazer actividade física nos ginásios e health clubs antes de engravidarem e pretendem ou continuar a actividade durante a gravidez ou então retomá-la logo depois do nascimento do bebé.

Contudo, existe pouca informação sobre quais as actividades e exercícios mais apropriados que deverão ou poderão ser realizadas durante a gravidez ou após o parto».

Neste sentido o Instituto de Exercício e Saúde desenvolveu uma formação especializada neste domínio do exercício para grávidas e no pós-parto, contando com a colaboração de diversos especialistas tais como ginecologistas e obstetras, nutricionistas, fisioterapeutas, fisiologistas do exercício e enfermeiros.

«Pretendemos fazer sempre um enquadramento multidisciplinar, aproveitando as sinergias das várias áreas da saúde, para que os profissionais do exercício saibam exactamente o que é que um médico espera quando lhes reencaminham os doentes», argumenta o director do IES.

Como corolário do processo de formação avançada que tem vindo a ser desenvolvido, foi chegado o momento de realizar o I Congresso Nacional do Instituto de Exercício e Saúde. O evento decorreu nos passados dias 13 e 14 de Outubro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide.

«Com o apoio de várias instituições, entre as quais a Câmara Municipal de Oeiras, o Instituto Português de Reumatologia, o Lisboa Wellness Center, o Laboratório Abbott, a Benecol, as revistas Men’s Health e Sport Life, decidimos avançar para um evento mais abrangente, reunindo várias áreas da saúde interessadas na prática de exercício físico, como meio preventivo e terapêutico de um número alargado de doenças», explica o responsável do Instituto.

Temas como as doenças cardiovasculares, obesidade e controlo do peso e lesões do aparelho locomotor, reumatologia e reabilitação estiveram em debate durante o congresso.

«O evento foi um sucesso e para o ano planeamos repetir, abordando, evidentemente, outros temas que não tivemos possibilidade de incluir neste congresso mas que são bastante relevantes e actuais tais como obesidade infantil, por exemplo», concluiu Paulo Rocha.

Lisboa Wellness Center – Muito mais que um ginásio

Com um novo conceito de saúde e de bem-estar, nasceu, no Estádio da Luz, o Lisboa Wellness Center. Com diversas valências, o Lisboa Wellness Center tem um centro clínico, onde é feito o enquadramento clínico dos utentes no sentido de efectuar um diagnóstico inicial para que se possam prescrever as actividades de forma rigorosa e eficaz com vista à obtenção e manutenção do bem-estar.

Além disso, possui ainda uma academia que coloca os corpos em movimento, um departamento de Dermocosmética para elevar a auto-estima e corrigir eventuais imperfeições do rosto e do corpo e um SPA que cuida não só do corpo, mas também da alma.

O espaço é, segundo Paulo Rocha, «único em Lisboa e talvez no país». Único porque tem como principal preocupação o bem-estar geral das pessoas. «Trata-se de um bem-estar físico, psicológico, social e cultural, e não só da prática de meia dúzia de exercícios físicos mais ou menos intensos. Esta é a principal diferença entre o Wellness e o Fitness, de que tanto se fala e que naturalmente, faz desta instituição um espaço único no contexto nacional».

«Todo o cuidado em manter a boa forma física só faz sentido se houver também um bem-estar que passe também pela melhoria da auto-estima, da auto-imagem e do controlo do stress. Neste sentido, o nosso SPA é um espaço não só de tratamento, mas também de relaxamento que vai de encontro ao que se entende por bem-estar psicológico», adianta Paulo Rocha.

No fundo, o que se pretende é dar a oportunidade de praticar a actividade física em segurança, com divertimento e enquadrada numa filosofia de saúde e bem-estar.

É neste contexto que se torna evidente o facto de o Lisboa Wellness Center ser um dos parceiros privilegiados do Instituto de Exercício e Saúde.

Deverá uma doente com osteoporose praticar uma modalidade desportiva como o Judo, colocando em risco os seus frágeis ossos?

Será seguro, para uma mulher com doença vascular periférica, fazer sauna, sabendo que o calor pode dilatar as suas veias, aumentando a probabilidade de uma complicação grave?

Pois bem, é certo que o exercício faz bem à saúde, no entanto, é preciso praticá-lo de forma segura e eficaz para que o efeito não seja o oposto ao desejado.

«O exercício pode ser feito com o objectivo de prevenir o aparecimento de determinadas doenças, mas está também indicado como tratamento para pessoas que já desenvolveram algumas dessas patologias, contribuindo assim para evitar o agravamento dos problemas», afirma o Dr. Paulo Rocha, director do Instituto de Exercício e Saúde.

«Quando a actividade física informal ou o exercício surgem como parte integrante do tratamento para uma patologia é fundamental a existência de uma sintonia entre os diferentes profissionais da saúde para que o exercício possa ser realizado de forma segura e eficaz», continua.

Foi precisamente com o intuito de estreitar a comunicação entre as áreas da saúde e do exercício que, há cerca de cinco anos, foi criado o Instituto de Exercício e Saúde – IES.

«O nosso objectivo inicial foi preencher as lacunas na área da formação científica numa zona de interface entre a medicina, o exercício, a saúde e a nutrição», afirma o director do Instituto.

Neste contexto o IES tem vindo, ao longo da sua actividade, a desenvolver formações especializadas para públicos alvos diferentes que têm em comum o exercício como um dos meios de melhorar a saúde e o bem-estar da população portuguesa.

«O primeiro curso de formação especializada que desenvolvemos foi na área da fisiologia do exercício, a que vulgarmente as pessoas chamam de treino personalizado, e foi dirigido a profissionais com uma formação de base mais avançada.

Esta formação surgiu no sentido de dar instrumentos e estratégias de acção para a elaboração de programas de exercício estruturados e adaptados às características de diferentes tipos de pessoas, salientando-se neste quadro a obesidade, as doenças cardiovasculares, a diabetes mellitus ou as doenças do foro reumatológico, como por exemplo a artrite e a osteoporose», esclarece Paulo Rocha.

Exercício na gravidez

Até aqui a actividade física desenvolvida para mulheres grávidas estava muito centralizada na preparação restrita para o parto, no entanto, segundo Paulo Rocha «cada vez mais as mães jovens estão a fazer actividade física nos ginásios e health clubs antes de engravidarem e pretendem ou continuar a actividade durante a gravidez ou então retomá-la logo depois do nascimento do bebé.

Contudo, existe pouca informação sobre quais as actividades e exercícios mais apropriados que deverão ou poderão ser realizadas durante a gravidez ou após o parto».

Neste sentido o Instituto de Exercício e Saúde desenvolveu uma formação especializada neste domínio do exercício para grávidas e no pós-parto, contando com a colaboração de diversos especialistas tais como ginecologistas e obstetras, nutricionistas, fisioterapeutas, fisiologistas do exercício e enfermeiros.

«Pretendemos fazer sempre um enquadramento multidisciplinar, aproveitando as sinergias das várias áreas da saúde, para que os profissionais do exercício saibam exactamente o que é que um médico espera quando lhes reencaminham os doentes», argumenta o director do IES.

Como corolário do processo de formação avançada que tem vindo a ser desenvolvido, foi chegado o momento de realizar o I Congresso Nacional do Instituto de Exercício e Saúde. O evento decorreu nos passados dias 13 e 14 de Outubro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide.

«Com o apoio de várias instituições, entre as quais a Câmara Municipal de Oeiras, o Instituto Português de Reumatologia, o Lisboa Wellness Center, o Laboratório Abbott, a Benecol, as revistas Men’s Health e Sport Life, decidimos avançar para um evento mais abrangente, reunindo várias áreas da saúde interessadas na prática de exercício físico, como meio preventivo e terapêutico de um número alargado de doenças», explica o responsável do Instituto.

Temas como as doenças cardiovasculares, obesidade e controlo do peso e lesões do aparelho locomotor, reumatologia e reabilitação estiveram em debate durante o congresso.

«O evento foi um sucesso e para o ano planeamos repetir, abordando, evidentemente, outros temas que não tivemos possibilidade de incluir neste congresso mas que são bastante relevantes e actuais tais como obesidade infantil, por exemplo», concluiu Paulo Rocha.

Lisboa Wellness Center – Muito mais que um ginásio

Com um novo conceito de saúde e de bem-estar, nasceu, no Estádio da Luz, o Lisboa Wellness Center. Com diversas valências, o Lisboa Wellness Center tem um centro clínico, onde é feito o enquadramento clínico dos utentes no sentido de efectuar um diagnóstico inicial para que se possam prescrever as actividades de forma rigorosa e eficaz com vista à obtenção e manutenção do bem-estar.

Além disso, possui ainda uma academia que coloca os corpos em movimento, um departamento de Dermocosmética para elevar a auto-estima e corrigir eventuais imperfeições do rosto e do corpo e um SPA que cuida não só do corpo, mas também da alma.

O espaço é, segundo Paulo Rocha, «único em Lisboa e talvez no país». Único porque tem como principal preocupação o bem-estar geral das pessoas. «Trata-se de um bem-estar físico, psicológico, social e cultural, e não só da prática de meia dúzia de exercícios físicos mais ou menos intensos. Esta é a principal diferença entre o Wellness e o Fitness, de que tanto se fala e que naturalmente, faz desta instituição um espaço único no contexto nacional».

«Todo o cuidado em manter a boa forma física só faz sentido se houver também um bem-estar que passe também pela melhoria da auto-estima, da auto-imagem e do controlo do stress. Neste sentido, o nosso SPA é um espaço não só de tratamento, mas também de relaxamento que vai de encontro ao que se entende por bem-estar psicológico», adianta Paulo Rocha.

No fundo, o que se pretende é dar a oportunidade de praticar a actividade física em segurança, com divertimento e enquadrada numa filosofia de saúde e bem-estar.

É neste contexto que se torna evidente o facto de o Lisboa Wellness Center ser um dos parceiros privilegiados do Instituto de Exercício e Saúde.

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